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Diário da Região

10/06/2015 - 23h29min

Cartas do leitor

Desrespeito

Cartas do leitor

O respeito é o primeiro passo para que sejamos respeitados. Com arrogância , só conseguimos germinar o ódio contra a causa que defendemos, seja lá qual for. Essa manifestação da Parada Gay de São Paulo,com um travesti pregado na cruz, pela minha ótica, faz com que o nível de argumentação caia no ridículo pois em síntese, é uma blasfêmia inominável e execrável. Qualquer que seja a causa que defendemos, principalmente em se tratando de minorias, não podemos misturar e desrespeitar símbolos religiosos porque no mínimo despertaremos ódio até dos menos radicais. Repudio com veemência ações como essa. E acredito que não é preciso ser um evangélico para comungar essa opinião. Como diziam os antigos: respeito é bom e conserva os dentes.

Waldner Lui, Rio Preto

 


Lions

Somos 1.396.932 sócios em 210 regiões geográficas, com 46.622 clubes, estatística de acordo com o informe oficial de filiação, em 31 de março de 2015. Realizamos milhões de campanhas em favor dos menos favorecidos, e temos a Fundação Lions Internacional - LCIF, que presta auxílio às pessoas que passam por extremas necessidades, em lugares pobres. Servindo, através do LCIF, os leões ajudam a reabilitar a visão, construções de escolas para pessoas que precisam de atenção especial. Imunizam as pessoas contra o sarampo, rubéola e outros, prestam assistência às vítimas de desastres e outros mais. O LCIF também fornece subsídios e auxilia milhões de pessoas de nações subdesenvolvidas e provavelmente através de sua comunidade, somos ativos em algum lugar perto de você. A Fundação Lions Internacional é uma ferramenta dos leões, cujo propósito é auxiliar a nossa especialidade de servir. Se você tiver alguma dúvida sobre o valor de ser um leão, ou quiser conhecer detalhes sobre o alcance de nosso serviço, procure-nos. Sentirá muito orgulho de ser um leão, compreender melhor quem somos e olhar as várias realizações de nosso clube por vários companheiros. Muitos já partiram dessa vida, mas um pequeno número aqui permanece com muito orgulho. Você sentirá que pode servir sua comunidade e ao LCIF e sentir-se realizado por ser um companheiro leão.

Eladio Arroyo Martins, Rio Preto

 


Maioridade

Estamos vivendo uma enorme e confusa dicotomia quando falamos de maioridade penal: sou a favor ou contra? Não se pode desprezar o fato de que os menores estão cada vez mais destemidos, libertinos e certos da impunidade. O que muitos brasileiros favoráveis à ideia não percebem é que as leis penais previstas no ECA (advertência, obrigação de reparar o dano causado, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação) para os adolescentes infratores existem e são relativamente corretivas. E tem o intuito de garantir ajuda para recomeçar, estando socialmente preparado para a vida da maioridade. Se considerarmos um crime grave, o menor infrator pode ficar até 9 anos sob custódia do Estado, sendo 3 anos no internato, 3 na semiliberdade e mais 3 com liberdade assistida. O maior problema brasileiro é que as leis do ECA ou qualquer outra lei não é cumprida por diversos problemas. 1º- Não existe local apropriado para ressocialização do preso adulto, quem dirá para o menor, que entra no ensino fundamental em delitos na Fundação Casa e saem diplomado com nível superior. 2º- O Poder Judiciário até tenta, mas está aquém de ser resolutivo, acumulando inúmeros processos criminais, enquanto isso, o suposto réu, preso, aguarda longos meses até ter sua pena ou absolvição declarada. 3º- Superlotação de quase todos os presídios, misturando condenados e não condenados, misturando supostos criminosos com criminosos reais e culpados, que conhecendo a condição dos recém-chegados os obrigam a praticar crimes ou pagamento de dívidas para não morrer. Há interesse sombrio de alguns que se dizem representantes do povo quando se trata de diminuição da maioridade penal. Nosso sistema prisional é falido e não é preciso mostrar dados, é a olhos vistos, por que teriam interesse nesse tema? Ou só querem desviar a atenção dos escândalos do propinoduto? Não precisamos de mais leis, temos leis que são, no papel, as melhores do mundo. Precisamos de reforma do Judiciário, do sistema carcerário, reestruturação e integração das polícias. E claro, se não atingirmos o motivo pelo qual o adolescente vai às ruas praticar delitos, que são falta de saúde, educação e emprego, de nada resolverá. Toda mudança precisa ser profunda e do início, e como a leitora Fernanda Caprio bem destacou: precisamos de investimento, retorno dos impostos a favor do povo, e só assim resolveremos a criminalidade não só do adolescente. É preciso mudança com responsabilidade social.

Enos Brito, Rio Preto

 

Órgãos

Penso que os órgãos de controle externo das contas públicas têm sido verdadeiros pilares de nossa democracia. Refiro-me à CGU - Controladoria Geral da União, TCU -Tribunal de Contas da União, Tribunais de Contas dosEstados e Tribunais de Contas municipais. Desses órgãos raramente se ouve falar em corrupção. São eles que controlam a qualidade e a quantidade dos gastos dos Poderes Públicos, emitindo pareceres e alertas à administração pública e aplicando multas para os desacertos de governantes e para gestores da administração indireta (Fundações, empresas públicas e autarquias) que não trilham o caminho da transparênciana gestão fiscal. Isto não é pouco em um país mergulhado em caos econômico, social e político, com uma presidente que em certo aspecto parecea rainha da Inglaterra: reina, mas não governa ou seria preferível dizer que não tem mais condições de governar? Junte-se aos órgãos de controle externo, o Ministério PúblicoFederal e dos Estados, que ajudam a combater os desvios do dinheiro público, sobretudo porque é detentor do direito de punir do Estado. São órgãos consolidadores da democracia e atuam preventivamente.

Wander Cortezzi, Rio Preto

 

Cartas: 

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

 

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