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Diário da Região

15/03/2017 - 00h00min

Cartas do Leitor

Câmara

Cartas do Leitor

Estou com o vereador Marco Rillo. A gente assiste a sessão da câmara municipal e fica estupefato com a tamanha cara de pau dos senhores edis que só pensam em si próprio. Como será que eles dormem? Tá mais do que evidente que é necessário esclarecer a população o auxílio-atleta, as obras anti enchentes e tudo que foi motivo de problema do governo anterior.

Se houve corrupção ou erros é a CPI que deve apontar. Se está tudo certo não há o que temer (só pra não esquecer, fora Temer!). Mas infelizmente os novatos Jean Dornelas, Zé da Academia e Anderson Branco já mostraram a que vieram. Até parecem veteranos.

As vereadoras Cláudia de Giuli e Márcia Caldas já estão mais coerentes e votando com a população. Parabéns. Continuem assim. Falar de Renato Pupo, Pedro Roberto e Marco Rillo é chover no molhado. Vamos ficar de olho nestes três vereadores. Nunca é demais lembrar que eles são pagos com o nosso dinheiro.

Fernando Marques, Rio Preto.

 

“Vítima”

O vereador completamente comprometido com suas ações espúrias cometidas no último pleito eleitoral na compra de votos e outras irregularidades já comprovadas por meio de investigações, vem com a máxima de que sua condenação foi fruto de contaminações político partidária e de ações midiáticas da imprensa local, que nada mais fez do que informar a população do comportamento do citado cidadão em relação à suas atitudes para se reeleger.

O cidadão em tese diz que a parte da imprensa desencadeou uma campanha “pérfida e sórdida”. Vamos lá, pérfida por quê? Ela não foi traiçoeira, apenas noticiou o que tinha acontecido. Sórdida? (dicionárioformal.com.br) pessoa que tem a conduta contraria à moral, a ética e as normas de bom costumes. Então não existem os tais motivos para o tal elemento usar desses subterfúgios para se defender.

Mais uma, ele fala em provar sua inocência. Com todo direito de não cercear sua ampla defesa, as provas são cabais segundo a imprensa, o que restou foi contratar um advogado a preço de ouro para ver se o livra desta pendenga que ele mesmo criou.

Continuando mais uma vez o cidadão citado, por intermédio de seu advogado alega que as buscas efetuadas nos locais em que estariam as tais provas foram realizadas ao arrepio da lei. Nada foi feito sem autorização judicial, o que me faz acreditar que a sentença não será modificada. Ainda alega vazamento seletivo de informações sigilosas, outra tentativa de quem se encontra em desespero, pois a finalidade dos meios de comunicação é de informar o que acontece.

Para terminar: esta de dizer que foi amigo do Manoel e que sempre ouviu seus ensinamentos políticos, por favor, o senhor é novo de Rio Preto, e nosso ilustre ex-prefeito e cidadão nunca se envolveu em situações tão delicadas como a que o senhor se encontra. Quanto à publicação sobre o Dia da Mulher, que o cidadão publicou a respeito de Maria nossa mãe, aproveito o final do texto: “Aquela que educou o salvador, que te eduque também”.

Marcos Reis, Rio Preto.

 

Carceragem

Entre 2005 e 2014, – depois da aprovação da Lei de Drogas –, a população carcerária teve um aumento médio de 8% ao ano, enquanto o crescimento populacional nesse período ficou na média de apenas 1%. Em Sergipe são mais de dois presos por vaga. O Estado precisaria mais do que dobrar o número de vagas para zerar o déficit.

Com todo o encarceramento, contudo, Sergipe, é hoje o Estado mais violento do Brasil, com o índice de 57,3 mortes violentas e intencionais para cada grupo de 100 mil habitantes. Não é por outra razão que se pede insistentemente a inclusão da capital, Aracaju, no Plano Nacional de Segurança Pública. As alternativas existem e precisam ser consideradas.

É possível reverter a atual situação? Sim, pois, uma vez que cremos na reorganização do sistema prisional que, paradoxalmente, venha se estratificar a reclusão face à periculosidade, à natureza do apenado e que se zere o conjunto de presos ainda não sentenciados. Devemos encarar o apenado como um infeliz que por outras razões caiu no descaminho. Que se lhe apliquem a reclusão em condições dos demais igualmente recolhidos.

A população brasileira está se tornando quase de idosos. É um desafio, mas temos que encará-lo com determinação e devemos agir no sentido da recuperação daqueles que perdem sua cidadania pelo caminho do crime.

Alfio Bogdan, Rio Preto.

 

Turbulência

É um ano de egoísmo mundial, onde todos nós sofreremos as consequências, brigas dentro e fora de casa, na qual precisamos ter cautela para não nos magoar e não magoarmos os outros ao nosso redor. As pessoas que já estavam infelizes, depressivas, inseguras, angustiadas, etc, estarão mais propensas a isso em uma maior intensidade. Todos nós sentiremos mais solidão, mesmo estando em companhia de familiares e amigos.

Nos negócios a insegurança está maior, todos querendo rever suas finanças e colocá-las em ordem, afinal o dinheiro está curto, para não falar que desapareceu. O dia-a-dia será o grande problema e quando não há dinheiro há discórdia, já que é difícil controlar o próprio ego.

Nesses tempos, todos estaremos inseguros e nervosos. Essa é a hora da nós termos calma, paciência e cautela, dentro e fora de casa para não fazer besteira.

Cidinha Cury Antonio, Rio Preto.

 

Metáfora

O semeador é um incansável apostador na vida. Ele acredita em primeiro lugar na força da semente e, sem forçá-la ou violentá-la, lançá-la na terra. Ele crê que a terra abre seu seio para acolher a semente e despertá-la para a vida. O semeador é uma metáfora da vida. E nós, o que estamos semeando? Vida ou morte?

Nunca nos cansemos de semear o bem na própria vida e na dos outros, pois no dia em que os semeadores cansarem, o terreno estará à disposição de quem semeia joio em lugar do trigo; como fez alguém, ateando fogo no carro do repórter do Diário, mas quem semeia vento colhe tempestade. É preciso semear ideias e juntos, construir pontes a que todos tenham acesso.

Luiz Carlos Beça, Magda.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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