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Diário da Região

06/11/2015 - 01h19min

Cartas do leitor

Adolescente

Cartas do leitor

Bandido, este seria o adjetivo correto para o tal garoto! ("Aluno será 'preso' por furtar carro da professora", Cidades, 5/11) Ele deveria: 1) levar uma grande surra; 2) os pais ser responsabilizados e pagar os reparos do carro da professora e o combustível da viatura que perseguiu o veículo; 3) passar uns dias atrás das grades (para depois não se tornar um marginal ainda mais perigoso em razão de não ter dado nada para ele); 4) deixar bastante claro: caso venha a se comportar como tal meliante, a surra será dobrada e dada por terceiros, sem o amansa-pelo dos pais; 5) tirá-lo da escola e arrumar um trabalho de auxiliar de servente de pedreiro. Direitos humanos somente para os humanos direitos, e pronto!

Antônio Carlos Signorini, Rio Preto

 

Antienchente 1

Lendo o editorial de ontem, 5/11, lembrei-me de fato já ocorrido quanto a contratos de elevado valor. A administração passada, quando de algumas dúvidas quanto ao contrato de execução da Estação de Tratamento de Esgoto, uma obra parruda para aquela época, constituiu uma comissão de acompanhamento daquela obra. Agora, o desapontamento com o resultado das obras antienchentes. Embora os serviços do contrato ainda estejam em andamento, seria o caso de formação de uma comissão de acompanhamento, com técnicos no assunto, para dar maior transparência ao assunto. E quem sabe serenar os ânimos dos munícipes. Mesmo que os contratos venham sendo mal administrados, com o acervo técnico de uma comissão de experts, atuante, dará para mudar o rumo dos acontecimentos e buscar a eficácia do projeto.

José Carlos de Souza, Rio Preto


Antienchente 2

Isto serve para nos mostrar e concretizar a falta de capacidade não só dos políticos como também dos engenheiros que prestam esse papel. Será que querem resolver, ou esse problema para eles é uma mina de dinheiro ? O que parece é que estão fingindo arrumar. Isto vem se arrastando desde o prefeito Toninho Figueiredo, se não me engano. O que é concreto nesta obra, além do desperdício do dinheiro publico, é o do trânsito alterado pelas obras, causando transtorno que no final tudo isso será em vão. Não há em Rio Preto uma avenida em boas condições, todas estão em péssimo estado de conservação e manutenção. Parece que esta cidade é administrada por crianças que acham tudo uma brincadeira, por isso fingem que estão trabalhando.

Silvio Morales, Rio Preto


CPI

Recentemente, duas iniciativas do Legislativo rio-pretense são dignas de elogios. A primeira partiu do vereador Fábio Marcondes, que propôs CPI na Câmara para investigar a gestão da CPFL, tendo em vista os apagões e os péssimos serviços prestados à população pela empresa fornecedora de energia elétrica. A segunda iniciativa é do vereador Renato Pupo, que propõe CPI para investigar as obras antienchentes, tendo em vista que 80% das obras já estão concluídas, mas ainda há dúvidas com relação à eficácia e qualidade dessas obras. Acontece que a CPI da CPFL teve apoio de todos os vereadores, enquanto a CPI das Enchentes mal conseguiu as assinaturas necessárias para a sua implantação. Por que será? Seria por que as obras antienchentes são da Prefeitura? E os prejuízos que a população está sofrendo com as enchentes não significam nada para os representantes do povo? Afinal são milhões de reais investidos em uma obra cujo projeto, execução e resultados ainda geram dúvidas.

Roberto de Carvalho Junior, Rio Preto

 

Enem

A escolha do tema para a redação no Enem 2015 foi mais do que oportuna: os jovens precisam se conscientizar da existência da violência contra a mulher e começar a discutir! Essa é mais do que uma triste realidade triste. É uma cultura que, se fosse ouvida, enxergada e falada, não precisaria cair numa prova, apesar de o Brasil ocupar o sétimo lugar no ranking mundial de violência doméstica contra a mulher. A escolha do Enem trouxe uma grande chance para a sociedade ter que falar sobre isso. Muitos aplaudiram. Muitos ficaram irados. Muitos se aproveitaram. Esta cultura, infelizmente, perdura há milhares de anos e se queremos de fato mudá-la - e queremos! - somente com ações grandiosas como essa é que vamos conseguir. Ao levar a questão para o Enem, obteve-se o que há tempos se busca: abriu-se o debate com quase 8 milhões de jovens brasileiros, de diferentes partes e cultura do País. Como não aplaudir? Em 1932, a mulher passou a ter direito a voto. Em 1962, passou a não precisar de autorização do marido para trabalhar (estatuto da mulher casada). Em 1988, a Constituição Federal apregoou a igualdade. Em 1995, obrigaram a cota de 30% de mulheres para as disputas eleitorais partidárias. Em 2006, a Lei Maria da Penha foi aprovada. E em 2015, foi aprovada a lei contra o feminicídio. Acho que a redação do Enem pode ser a resposta que o Congresso estava a merecer desde quando foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça a supressão ao direito de aborto em caso de estupros. Um dos maiores retrocessos de nossa história na questão da mulher tem como resposta a exposição do tema para muito mais do que 8 milhões de jovens, que também falaram a respeito dele junto às suas famílias. O tema da violência contra a mulher nunca mais vai sair de pauta. E é por isso que o Brasil acaba sendo maravilhoso. Ele se combate. Graças a Deus!


Rosana Chiavassa, advogada, São Paulo

 


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