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Diário da Região

22/04/2015 - 00h02min

Cartas do leitor

A saga do cão

Cartas do leitor

Li no Diário (8/4) que o líder do governo na Câmara, Dourival Lemes, protocolou parecer para o transporte de cães em transporte coletivo. Desta vez, a investida é bem mais aprimorada, visto que o objetivo é fazer com que os donos de animais de estimação não terão mais que deixá-los em casa sozinhos, ou seja, poderão transportá-los nos ônibus urbanos. O animal não poderá pesar mais do que 15 quilos, para isto deverá haver uma balança no terminal. Também o proprietário terá que portar a carteira de vacinação do animal em dia. A integridade dos usuários também foi considerada, pois não será permitido transporte de animais sujos ou com doenças. Há um item que agradará às empresas de transporte, pois será cobrada a passagem do cãozinho, porém com o devido desconto que o prefeito oferece à municipalidade. Prestem atenção no projeto de lei que está na CCJ pedindo parecer para ir a plenário, o de cães ser transportados em ônibus urbanos. Incompreensível, pois a cidade necessita de serviços urgentes de primeira necessidade, limpeza de praças, ruas, e o nobre edil que ostenta o galardão de articulador do governo municipal apresenta tal proposta. Sempre tentei esclarecer as pessoas próximas a respeito do voto, pois só assim teremos no comando quem realmente pensa nos cidadãos.

Marcos Reis, Rio Preto

 

Como dantes...

Conforme noticiado pela mídia, a presidente Dilma acaba de sancionar o Orçamento Geral da Nação para este ano, sem vetar a proposta parlamentar de triplicar os recursos destinados ao fundo partidário. Deputados e senadores, preocupados com a possível perda do dinheiro provindo das grandes empresas, após a devassa feita pela operação Lava Jato, já encontraram outra fonte de recursos, metendo a mão diretamente no dinheiro de nossos impostos. Ao mesmo tempo em que o governo apela pelo ajuste fiscal, vai aumentando as despesas públicas. Em lugar de diminuir ministérios, secretarias, cargos de confiança, partidos, burocracia, continua agraciando a classe política, a grande responsável pelas nossas desgraças, especialmente a injustiça social. E isso porque, conforme as instituições que nos regem atualmente, o Poder Executivo não pode sobreviver sem o apoio do Legislativo. Infelizmente, até agora, os gritos do povo clamando por mudanças não conseguiram vencer o egoísmo dos homens que nos governam ou dizem nos representar.

Salvatore D' Onofrio, Rio Preto

 

Clientelismo

O comando político-administrativo do País sempre esteve entregue a pessoas desinteressadas em resolver nossos graves e intermináveis problemas sociais e estruturais. Só tem discurso e demagogia barata, desde muitos anos. Eles, via de regra, só se preocupam com suas reeleições. Criam cargos de assessoria, ocupados por cabos eleitorais com um certo prestígio em determinadas camadas da população. São prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores, etc. que vão garantindo o continuísmo. Além dos incontáveis ministérios e Secretarias Estaduais em excesso. Eles estão preocupados com o quê? Com seus umbigos e nada mais. Quando a população começa a entender o mecanismo, alguns líderes (surgidos ninguém sabe de onde) começam a incentivar movimentos contra tudo que existe. Há mobilizações de todos os tipos, porém, nada se resolve porque eles nada apresentam como pauta desses movimentos. E o povo, sempre como massa de manobra, vai votando, sempre esperando o melhor. A cada dia estamos mais pobres e desamparados, entretanto, muitos acreditam que um dia alguém vai surgir com uma varinha mágica e salvar-nos dessa coisa pecaminosa que é a política do clientelismo. Infelizmente, uma boa e sistemática mudança não interessa a nenhum deles. Do jeito que está, é de bom tamanho. Mudar pra quê?

Armelindo Pestil, Tanabi

 

Mundo atual

As relações humanas estão ficando cada vez mais complicadas. Educação que antes era coisa de berço está virando artigo de luxo. O que antigamente era visto como mesuras no trato ao outro, hoje pode ser entendida como frescuras. Desabonar a conduta alheia, zombar das características do semelhante, tornou-se banal.O ser humano está cada dia mais banalizando as relações. Tudo que acontece parece natural, a violência é cotidiana e transmitida ao vivo, é Ibope na certa. Vão se perdendo os valores ante aos desmandos de todo tipo. Ainda mais com a impunidade. A solidão provocada pela net, pelo celular e mídias dá a falsa impressão de felicidade. É só ver as pessoas nas ruas. Aparelho na mão, digitando freneticamente e até sorrindo sozinhas., como se o mundo ao redor não existisse. Em casa, fecham-se em seus mundos virtuais e o diálogo desaparece. Reclamar do quê, cidadão? Vivemos a era da individualização.

Sebastião Grégio, Rio Preto

 

Rolezinhos 1

Posar para essas fotos é bonito. Queria ver se esses caras gostariam de posar para fotos deitados em um caixão ou em uma cadeira de rodas com um tubo de oxigênio entrando pela garganta.

Luiz Alfredo Barbosa, Rio Preto

 

Rolezinhos 2

Vivenciei na pele a situação dos rolezinhos, pois alguns anos atrás meu filho se envolveu em rachas. Na tentativa de salvar a vida dele, percebi que o problema é bem mais embaixo. Todas as autoridades sabem dessa problemática há anos. As oficinas de preparação estão envolvidas até as tampas...e tudo financiado pelo crime, com o aval dos que deveriam investigar e coibir, mas mantêm essas oficinas que adulteram as cilindradas para competir.

Eliane Vieira, Rio Preto

 

 

Cartas: 

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