Diário da Região

16/07/2015 - 00h01min

Cartas do leitor

Área Azul 1

Cartas do leitor

Antes de ser ampliada, a Área Azul deveria ser melhorada com parquímetros. O modelo atual só serve para empregar gente preguiçosa, que não sai do lugar para atender os usuários. Estou cansado de correr atrás de atendentes para aquisição de cartões.

Ariovaldo Cândido de Oliveira, Rio Preto


Área Azul 2

Gente, se continuar assim, logo vão querer cobrar zona azul dentro da nossa própria garagem. Que esse serviço dá em troca para os donos de veículos? Já vi gente sendo roubada e assaltada em horário da zona azul e não teve nenhuma garantia sobre as perdas. Não sei para que serve esse serviço, porque se você passar num local, verá o mesmo carro estacionado ali por oito horas. É difícil achar vagas disponíveis.

Carlos Janucci, Rio Preto

 

Trânsito

Nossos mais sinceros agradecimentos à Redação pela reportagem sobre o trânsito veiculada em 12/7, 'O que podemos fazer para deixar o trânsito mais seguro'. Vocês estão sempre dando conhecimento à sociedade sobre os problemas sociais graves, é admirável! Isso explica a bela história desse jornal sexagenário. No caso do trânsito, é muito importante, pois salva vidas. Estamos trabalhando como formiguinha já há 15 anos, nas escolas, nas empresas e nas ruas. É uma luta inglória porque a educação é apenas uma parte, a outra parte é de responsabilidade do Estado - políticas públicas. Por isso, quando vocês vão no âmago da questão, como foi o caso dessa reportagem, ajuda muito! Muito, muito obrigada.

Antônia Silva, Apatru - Associação Preventiva de Acidentes e Assistência às Vítimas do Trânsito, Rio Preto 

 

Jogo político 

O jogo político que hoje existe na cidade vem prejudicando uma sociedade inteira. A pretexto de servir seus partidos, os vereadores e o próprio prefeito esquecem que existe um município. Nós, munícipes, somos sempre os mais prejudicados pelos conchavos políticos de pessoas que na verdade só estão fazendo politicagem e há muito deixaram de exercer seus cargos como sacerdócio. Hoje, o interesse maior é referente à verba e ninguém está preocupado com o resultado. Conclusão do jogo político: o munícipe sempre perde, pois ele paga caro seus impostos para ter atualmente um péssimo serviço em troca. 

Eduardo Pereira, Rio Preto

 

Economia

Desfecho de um cenário turbulento, mudanças velozes na economia, cujos objetivos é destroçar a economia brasileira. Não há dúvidas que queiram desmoralizar o Brasil. Numa guerra acirrada, a nação de certa forma vem destroçando as megaempresas. Seus líderes presos e a reconstrução da infra-estrutura, que eram de prioridade nacional, ficam à deriva dos articulados de grupos econômicos. Ora, se não há uma disputa acirrada de grupos econômicos. Ora, se já não conhecemos também esses excelente jogadores de xadrez. Ao todo, mais uma vez vejo com clareza as intenções desses faraós pela soberania do Brasil. Com certeza, existe uma guerra camuflada contra o Brasil. Aliás, existe um grupo de fanáticos que intitulam-se intelectuais, donos do poder, e pretendem desmoralizar toda a estrutura do País e nos impedir de alcançar um modelo de desenvolvimento autônomo e auto-sustentado.

Mário Pontes, Rio Preto

 

Leite

Em relação à reportagem publicada em 9 de julho sobre o Projeto Vivaleite, não é correto afirmar que haverá corte. A própria reportagem dá como exemplo uma criança que está sendo atendida há quase seis anos: "Silvia pega o leite para a neta desde que ela nasceu. A partir dos seis anos, a criança receberá alimentação na escola onde estuda. Portanto não há descontinuidade, não há corte. Todas as crianças permanecem atendidas. Além disso, o governo do Estado de São Paulo vai dobrar para 20 mil crianças entre 6 meses e 1 ano de idade o número de beneficiados nessa faixa etária do Projeto Vivaleite. O aumento ocorrerá com a integração do programa ao "Primeiríssima Infância", da Secretaria Estadual da Saúde, ampliando de 41 para 100 cidades atendidas. Após o recadastramento, as famílias poderão ser incluídas em outros programas sociais, tais como: Renda Cidadã, Ação Jovem, Tarifa Social de Energia, entre outros.

Floriano Pesaro, secretário de Estado de Desenvolvimento Social, São Paulo 

 

Pedaladas

Apesar de todos o acontecimentos no País, no fundo acabamos acreditando que passada esta fase as coisas melhorem. Mas para nossa decepção deparamos com pronunciamentos de autoridades que acabam com a mais forte das esperanças. O advogado-geral da União, ministro Luís Inácio Adams, em audiência no Senado sobre as pedaladas fiscais do atual governo (ou seja, pagamentos de contas do Tesouro Nacional por bancos públicos). Adams afirmou que as práticas consideradas irregulares foram aprovadas pelo Tribunal em anos anteriores. Alegou ainda que o posicionamento do TCU pode provocar "insegurança jurídica". Juntamente com o ministro Nelson Barbosa (Planejamento), Adams reforçou o discurso de que as "pedaladas" foram adotadas no passado e portanto não poderiam ser reprovadas agora, ou seja, se erros foram aprovados no passado teriam que ser ignorados agora.  É impossível aceitar tal posicionamento de um cidadão que ocupa tal cargo. Errou tem que pagar seja como for ou então não precisaríamos dos órgãos competente para denunciar e cobrar. Mas para blindar o governo, vale qualquer manobra até dizer que se o errado foi aceito anteriormente passa a ser correto hoje.

Marcos Reis, Rio Preto

 


Cartas: 

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2) Entregues pessoalmente no endereço acima
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