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Diário da Região

20/08/2016 - 00h00min

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Trump e os trampolineiros

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JOHNNY TORRES NULL
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Dentro de pouco tempo, nos Estados Unidos, as eleições vão indicar um novo presidente. Para os desavisados, isso parece problema dos americanos com o qual o mundo deve conviver. Não é bem assim.

O presidente da grande nação americana tem o poder de apertar, quando quiser, o botão que faria desencadear a guerra atômica. O leitor viu o que acontece com as atitudes dos insensatos em relação a isso.

Um dos presidentes, o execrável George Bush, declarou guerra ao Iraque, resultando na morte de 85 mil pessoas. Dizia Bush que fazia aquilo porque teria o Iraque armas de destruição em massa.

Contratou até uma companhia de matadores, a Black Water, e o Iraque não tinha nenhuma arma de destruição em massa. Do erro político, nasceu o Estado Islâmico? Nada justifica o terrorismo. Absolutamente, nada.

Mas o presidente da França manda bombardear populações civis. Nem assim, os terroristas passam a ter o direito de praticar o que praticaram em Nice.

Filosoficamente, me localizo na vertente espiritual do cristianismo.

Li o Alcorão. E li o que disse o genro de Maomé, o Ali. Surpreendi-me com o respeito com que, em cinco lugares do livro, ele reconhece Jesus e Maria, sua mãe; e também Moisés, dos judeus, como divindades autênticas.

É necessário que algum intelectual autêntico americano diga aos dirigentes: não se faz guerra contra religiões.

Todos os que a fizeram, perderam. Vejam o exemplo: Cristianismo versus Roma. Hoje, o Cristianismo tem sua sede principal, justamente na cidade de Roma.

Não se pode confundir o adepto da religião muçulmana, que são em número de um bilhão e duzentos milhões no mundo, com as atitudes de alguns.

Como já disse, nada, absolutamente nada, justifica o terrorismo. Pois, não se pode praticar vingança contra pessoas inocentes.

O Trump quer colocar também um muro separando o México dos Estados Unidos. Se ele fosse inteligente, nunca diria isso. Mas é tão burro quanto o Bush.

Ainda na semana que passou, o ministro Gilmar Mendes falou sobre a lei eleitoral brasileira quando ela preside os pleitos eleitorais. Vejam o que disse: “Essa lei parece ter sido feita por bêbados.”

Discordo dele porque a lei parece ter sido feita por bêbados burros. Isso porque é uma ressalva em virtude da existência de bêbados inteligentes, como Vinícius de Moraes.

Quando a inteligência for o polo norteador da política brasileira associada à honestidade os que exercem cargos legislativos não poderão ser nomeados para o Executivo para ocupar posições de mando. Vereadores, deputados estaduais e federais e senadores, para ocupar um cargo no Executivo necessitariam renunciar ao mandato.

Caso contrário, os suplentes ficarão sempre nas mãos dos chefes do Executivo. – “Vote como eu quero, ou eu demito o titular, ele volta a ocupar o cargo legislativo”.

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