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Diário da Região

25/08/2016 - 00h00min

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Paladino do menor carente

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No encerramento da Semana Maçônica, quando se reúnem todas as Lojas, como palestrante foi convidado o juiz de Direito Evandro Pelarin, da Vara da Infância e Adolescência, que abordou a situação do menor carente, com várias alternativas pedagógicas de solução.

Fez criticas pertinentes sobre o Estatuto do Menor, sempre procurando encontrar uma saída honrosa e humana, defendendo a tese da importância da responsabilidade dos pais, obrigação do ensino escolar, labor quando necessário e prática de esportes como lazer.

Durante sua palestra, deixou transparecer que não estava preocupado com o menor de família sólida e estruturada, pois ali já existe a garantia da responsabilidade dos pais, que transmitem as normas da ética, da moral e dos bons costumes para os seus filhos, com ensino em boas escolas e bons professores, além das práticas esportivas.

Estava preocupado, sim, com a educação do menor carente, órfão ou abandonado pelos pais, que necessitam mais do que ninguém de prevenção global, e ainda demonstrando que a diminuição da maioridade penal do menor carente não é o caminho principal para a sua recuperação.

Revelou com estatísticas suas de que a grande maioria dos jovens adolescentes, por ser carentes da responsabilidade paterna, são analfabetos e assim tornam-se presas fáceis dos traficantes de drogas, chegando até ser assaltantes e homicidas.

Sobre este tipo de menor é que ele dedica a sua tese de criar condições preventivas para não serem marginais no futuro, revelando inclusive que muitas mães, aos prantos, pedem constantemente sua autorização para que seus filhos menores de 14 anos possam trabalhar e ajudar no orçamento familiar, deixando – o em saia justa diante da rigidez da legislação trabalhista.

Mostrou ainda que é através da prevenção o caminho correto, mormente considerando que a população está crescendo em progressão geométrica e o poder público não está acompanhando com medidas eficazes, nem a médio e nem a longo prazo, nem tampouco com a construção de presídios.

A propósito, é bom lembrar que os adolescentes são exímios usuários de smartphones, tablets, computadores e celulares de última geração, preparados portanto para ser aproveitados no mercado de trabalho, tal como faz a Maçonaria, que custeia a educação desses jovens através da Fulbeas, Alarme e Instituto dos Cegos Trabalhadores, em nossa cidade.

Após terminar, foi aplaudido de pé. Ele conseguiu demonstrar que a prevenção com todas essas medidas sociais é de fato o caminho mais curto para educar o menor carente, notabilizando-se como verdadeiro paladino do menor e notável construtor social, podendo inclusive estar credenciado, em um futuro breve, para galgar um lugar na instância especial, onde, com certeza, poderá ser mais útil e ampliar a segurança da sociedade brasileira.

Quem viver, verá!

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