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Diário da Região

25/08/2015 - 00h00min

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Novas pedaladas de Brasília

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Não se trata de pedaladas na bicicleta da presidente nas pistas do Alvorada, nem tampouco das fiscais, mas sim das criadas recentemente pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. De opositor ao governo, passou de repente a ser “novo amigo” do Planalto, criando propostas ridículas e polêmicas só para agradar o governo. Quem acompanha política lembra que este político sempre teve conduta duvidosa, pois foi cria de Collor e está recebendo a promessa de que seu nome ficará fora da lista de indiciamento do procurador Rodrigo Janot.

O conjunto dessas propostas recebeu o nome de Agenda Brasil, no qual entre outras foi protocolada uma folga de 15 dias para Dilma maquiar suas contas de 2014 no Tribunal de Contas da União. Por outro lado, a crise econômica, caótica, está recebendo nota mais baixa pela agencia Moody’s, que analisa os riscos e perigos econômicos de um governo, o que significa um alerta para urgentes providências, evitando não só maiores quebradeiras e aumento de desemprego, como a possibilidade de se igualar ao fator Grécia.

É o que analisa o economista José Roberto M. de Barros, que aconselha a união das duas Casas de leis federais falando a mesma língua, o que não está acontecendo. Para piorar, estão em cena as pedaladas da presidente, mesmo com gozações e piadas constantes nas redes sociais, onde continua divulgando que não adianta fazer passeatas, porque ela está garantida pela legitimidade do voto. Não é o que afirma o ministro João Otávio Noronha, do TSE: “Não, ela tem a presunção do cargo, onde a qualquer momento por ação de investigação eleitoral, já confirmadas pelas delações premiadas, poderá perfeitamente perder o seu cargo”.

A propósito, existe uma ação em tramitação no TSE, de autoria da Coligação Muda Brasil, do PSDB, que acusa Dilma de conseguir a reeleição por propinas doadas pela equipe lulo-petista as quais foram confirmadas por delações premiadas de presos da Operação Lava Jato. Na verdade, o PT vem adotando há mais de 12 anos a corrupção como método de governo, tão escancarada a ponto de o ministro Gilmar Mendes, do STF e TSE, chegar a afirmar que o País está sendo governado por um sindicato de ladrões, e o crime de corrupção é epidêmico em todo o território nacional.

As passeatas já declararam um ‘basta’ a este governo. Em Brasília, a criatividade do povo foi o destaque, apresentando um enorme boneco inflável da figura de Lula como presidiário e estelionatário, o suficiente para qualificá-lo. Agora só resta o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, mesmo com o seu nome envolvido nas delações premiadas, exercer o papel de estadista, convidando a presidente para escolher entre renúncia ou impeachment. Com a palavra agora o TSE, se opta pela posse de Temer ou convoca novas eleições, preservando sempre a estabilidade das instituições vigentes. Quem viver, verá!

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