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Diário da Região

07/09/2016 - 00h00min

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Independência a que custo?

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A História é fruto do tempo. O tempo não existe pois é uma mera ficção humana, mas, a história sim e ela se perpetua, queiram ou não os homens, objetos dela, apesar de que em cada tempo os governantes escrevam histórias conforme suas vontades e interesses. Acima de tudo a história real acaba por aparecer.

Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, filho de Carlota Joaquina e D. João VI de Portugal, nascido na cidade portuguesa de Queluz em 12 de outubro de 1798 chegou ao Brasil com a família aos oito (8) anos de idade. Aos vinte e dois (22) anos assume o trono como Príncipe Regente.

Foi Imperador de 1822 a 1831 e faleceu em Portugal aos 36 anos de idade, com tuberculose, no dia 24 de setembro de 1834. Declarou o Brasil independente de Portugal em sete (7) de setembro de 1822, há 194 anos.

O Império Brasileiro teve dois regentes, Pedro I e Pedro II. Em 15 de novembro de 1889 a República foi instituída e desde então lá se vão 127 anos. Turbulências e pouca paz em ambos os governos, e muito mais confuso na República.

A Independência não chega nunca. A dependência do Brasil com relação ao mundo é significativa e causticante. Somos escravos da globalização, do preconceito, da ignorância, da politicagem, da corrupção e estamos à mercê do quanto pior melhor para muitos, tal e qual nos primeiros momentos históricos da velha Terra de Santa Cruz.

O sistema de governo presidencialista representativo vai mal das pernas. O Congresso escraviza o governante e o torna refém de seus interesses. O Executivo fica à mercê de partidos, de coligações espúrias, de conchavos que nunca acabam e sempre se renovam. A economia caminha oscilante sobre um fio de navalha.

A educação falha como falha a saúde, a segurança e o próprio meio ambiente é vilipendiado a todo instante a ponto de transformar o país num deserto sem água e sem verde.

Mas, Independência ou Morte, gritou Pedro I. Nós precisamos de independência e não da morte. Nós precisamos de paz, de esperanças renovadas e sempre constantes. Nós precisamos de brasileiros realmente brasileiros e que amem o país acima de tudo e possa transformar este gigante em terra de conquistas e que se levante deste seu berço esplêndido.

Obrigado a Pedro I pelo primeiro impulso. Grato a Pedro II pela continuidade. Hosanas aos presidentes que foram de fato presidentes. Salve, três vezes salve o Brasil. Que ele seja gigante não apenas em território, mas pela gente que tem.

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