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Diário da Região

14/10/2015 - 00h00min

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Carta aberta ao ministro Levy

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THOMAZ VITA NETO NULL
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Prezado ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Vossa Excelência, como novo integrante deste atual governo, convidado no desespero, para elaborar um projeto de recuperação da nossa economia, provocada pelo PT, está sabendo mais do que ninguém, que a crise política vem tomando um rumo perigoso e imprevisível, com grande possibilidade de impeachment de nossa “Presidenta”, bem como do deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara Federal, por uma serie de infrações corruptas, já provadas e comprovadas, chegando no limite máximo para serem proibidos de continuarem em seus postos de comando na administração pública.

Entretanto, como em política tudo pode acontecer, mormente aqui neste país, o cerco a estas autoridades está se completando, bastando observar os pareceres condenatórios do TSE, STF e TCU, além da agravante do uso indevido de bancos públicos para cobrir despesas da União, cujo imbróglio poderá ser prolongado por muito tempo, prejudicando cada vez mais a população brasileira, principalmente a classe empresarial, com altos índices de inflação e desemprego, muitos sem coragem para investir em país quebrado financeiramente.

Como é a crise econômica que mais afeta a nação e neste aspecto não se pode perder tempo, sugerimos a Vossa Excelência que aprimore melhor e rápido o seu projeto fiscal e econômico, fazendo também o jogo do toma-lá-dá-cá, agora com a população, ao contrário da nossa Presidenta, atolada até o pescoço, com troca de cargos e ministérios para se manter no poder. Sabendo Vossa Excelência que ela já não está mais governando, pois perdeu a confiança, a credibilidade e o respeito para governar.

Como a crise política poderá se prolongar e o povo não tem culpa, a crise econômica necessita de solução urgente e tal como Vossa Excelência deseja realmente recuperar o rombo de 30,5 bilhões de reais, através do retorno da CPMF, conhecida como imposto do cheque, vigência de 4 anos e alíquota de 0,2%, para não ser recusado no Congresso Nacional, será preciso negociá-lo com o povo através de contraproposta, oferecendo em troca a promessa da baixa dos combustíveis, por exemplo, de 3,60 reais para 2,00 na gasolina e de 2,00 para 1,00 no álcool, favorecendo a população. Assim, resolveria a crise econômica e diminuiria a inflação e o desemprego, como real consequência.

Acreditamos que essa barganha honesta, decente, real e democrática será bem recebida pela população, sem agredir o bolso dos trabalhadores, que dependem do veículo para exercer o seu trabalho e o sustento de sua família. No balanço geral, o montante arrecadado do CPMF sempre será maior do que o subsídio dos combustíveis, e o país poderá sair da crise rapidamente. Taí, uma proposta para Vossa Excelência levar à sanção da Presidenta, como lenitivo de melhorar a sua imagem negativa no governo. Atenciosamente. Quem viver, verá!

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