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Cartas do leitor

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    • São José do Rio Preto
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Com relação a informação publicada no Editorial "Reformas suspeitas", no dia 06/02, a Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria de Educação, esclarece que o valor gasto no serviço executado nas três calçadas foi de R$ 66.412,49, diferente do valor publicado - R$ 480 mil.

Segue discriminado abaixo:

Escola Chapeuzinho Vermelho: 334,02m² = R$ 13.344,10

Escola Elizabeth Cabalero: 716,69m² = R$ 28.631,77

Escola Cachinhos de Ouro: 611,68m² = R$ 24.436,62

Total 3 escolas = R$ 66.412,49

Total em m²: 1.662,39

Preço do metro: R$ 39,95

Secretaria Municipal de Comunicação Social; Prefeitura de Rio Preto.

Nota da Redação

O valor de R$ 480 mil publicado no Editorial se refere a contratos para a reforma geral de calçadas de escolas. O Editorial, em nenhum momento, afirma que o valor se refere a apenas "três calçadas". Deixa claro que em pelo menos três escolas as calçadas estavam em perfeito estado de conservação. Aliás, com base em nota anterior enviada pela própria Prefeitura, o valor global é ainda maior. Ver reportagem na página 4A.

Inversão de valores

Dia desses um vereador apresentou um projeto para construir um cemitério para gatos e cachorros. Será que dá voto? Será que não pensaram em coisa melhor e necessária? Por que não pleitear um cemitério na zona norte, região de Rio Preto com mais de 200 mil habitantes?

A zona norte está sendo a queridinha do momento. Tenho acompanhado o progresso dos bairros, porém não conheço essa região, estive por lá. Entretanto. o prefeito e os vereadores deram um tiro no pé. Exemplifiquemos: se colocarem um área rural que custa, por exemplo, R$ 40 mil o alqueire, na zona urbana o investidor vai querer R$ 300 mil o alqueire. Será que a prefeitura vai encarar?

Olha, o cemitério São João Batista, que tem 7 alqueires, já está lotado. O da Vila Ercília, idem, e o outro é só para os ricos ou desorientados pelo passamento do familiar.

Fernando Nestor Facio, Rio Preto

Repúdio à violência

O Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM) de São José do Rio Preto manifesta seu repúdio à atuação policial contra uma mulher de 23 anos, grávida de 22 semanas, durante ocorrência na terça-feira, 4, no bairro Santo Antônio. Conforme amplamente divulgado em redes sociais e pela mídia, inclusive com repercussão nacional, o agente usou de violência contra a mulher, ao imobilizá-la contra o chão, pressionando sua barriga.

Independentemente das circunstâncias que levaram agentes da Polícia Militar-SP à abordagem, é inadmissível o comportamento do policial agressor. Num contexto em que a violência contra as mulheres é uma epidemia social - seja nos registros de ocorrência domésticas, crimes sexuais e feminicídios -, é sintomático que a corporação responsável pela segurança de todos os cidadãos aposte na truculência para enfrentar os desafios cotidianos. Mais que condenar a atitude violenta do policial em questão e exigir as medidas cabíveis para coibir novas tragédias como esta, também é necessário analisar em quanto tal situação pode refletir e reproduzir padrões de conduta da cooperação.

É necessário promover reflexão, aprendizado e fomento à cultura de respeito e paz. Nesse sentido, acreditamos que a Polícia Militar é e deve continuar sendo fundamental colabora no combate a todo tipo de violência contras as mulheres, sem relativização de circunstâncias.

Reiteramos nosso compromisso em combater esta epidemia social, nos colocando à disposição para formulação conjunta de políticas públicas de combate a esta triste realidade.

Sônia Paz, presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM); Rio Preto.

Obras na BR

Essa obra de duplicação na BR-153 em Rio Preto parece que tem caráter permanente, pois nunca acaba. Foi concebida para terminar em meados do ano passado, mas pelo jeito não termina nem nesse ano. Isso é Brasil.

Osvaldo Murad, Palestina

Obras na BR - 2

O povo quer benfeitorias, mas quer da noite para o dia. Se construir uma casa leva meses, imagina uma obra dessas. Agora, imagina quando ficar pronta, a comodidade que terão, a valorização de seus imóveis.

O povo não tem paciência e quer tudo na hora, infelizmente. Só sabem reclamar.

Wagner Antônio, via Facebook, Rio Preto

Mercadão

Sobre a reforma no Mercadão, espero que não aconteça aquilo que nós, rio-pretenses, vimos acontecer aos prédios históricos daqui. Uma cidade sem memória visual e arquitetônica.

Marta Kfouri, via Facebook, Rio Preto

Chuvas

Sobre a notícia de que Rio Preto bateu recorde de chuva em início de ano, sinceramente se a cidade estivesse sendo melhor cuidada ao longo dos anos, quando acontecesse um período de chuva atípica desses, o estrago seria menor. Acontece que a cidade está toda esburacada, mal cuidada, asfalto velho, e muitos bairros que foram entregues com uma capa asfáltica da finura de uma folha de papel, e os fiscais que foram lá para entregar o habite-se não verificaram isso. Agora, quem paga o pato é a população e os bairros que não têm infraestrutura.

O prefeito fica falando que não tem verba e que precisa de emenda parlamentar para passar a mesma e, enquanto isso, faz anel viário, rotatória da avenida Fernando Costa, etc. com o empréstimo que ele tirou na caixa.

Alê Furlan, via Facebook, Rio Preto