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Infraestrutura

Unimed vai levar serviços para novos prédios


    • São José do Rio Preto
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De olho na movimentação do mercado de planos de saúde de Rio Preto, a Unimed decidiu apostar na infraestrutura. A cooperativa está reformando dois locais para levar serviços que já são oferecidos em outros dois prédios que ficaram pequenos para atender à demanda dos usuários. Os prédios devem ser inaugurados entre abril e maio. A cooperativa não revelou o valor dos investimentos. A empresa tem 260 mil clientes.

A cooperativa está reformando um prédio na avenida Clóvis Oger - onde funcionava uma unidade da Unirp - e um espaço no Plaza Avenida Shopping. Para lá irão alguns serviços que já são oferecidos, como a medicina preventiva, o Núcleo de Apoio Multidisciplinar (NAM) e alguns departamentos administrativos. A mudança tem como objetivo liberar espaço e baixar o valor dos aluguéis pagos atualmente. O preventivo fica num imóvel na avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira e o NAM, no bairro Santos Dumont.

De acordo com o presidente da Unimed, o médico Helencar Ignácio, no complexo de saúde da avenida Bady Bassitt, onde funcionam os pronto-atendimentos adulto e infantil, o espaço acabou ficando pequeno para atender à demanda. "De cada cem pacientes que procuram um hospital, 75% vão para aquele prédio. Queremos oferecer melhores condições e manter a qualidade do atendimento", afirmou.

Dessa forma, a cooperativa decidiu levar parte dos serviços oferecidos no local para o espaço no Plaza Avenida. Serão transferidos o setor de vacinas infantil e adulto, além do atendimento integral à saúde, relacionado à venda de planos de saúde. Para o prédio da avenida Clóvis Oger irão os serviços ligados à medicina preventiva, como gerenciamento de doenças crônicas, tabagismo, obesidade, entre outros, e o NAM, que inclui atendimentos em psicologia e terapia ocupacional.

Segundo Ignácio, a mudança para novos espaços não significa expansão de serviços. Essa decisão está atrelada à necessidade. O que pode ocorrer em caso de uma nova epidemia de dengue na cidade. A cooperativa já tem estudos para um plano de contingência da doença, mas a expectativa é de que os números neste ano sejam menores do que no ano passado, quando a cidade atingiu 32,9 mil casos e 19 mortes. "Se houver necessidade, se aumentar procura por vacina, temos área para isso", disse.

Além dos alugados, a empresa tem dois prédios próprios, o complexo de saúde e a sede administrativa.