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14/02/2020 - 00h30min

Receita

Setor de serviços tem alta de 1% no País

Em dezembro, setor registrou queda de 0,4% no volume de vendas

Rovena Rosa/Agência Brasil Único setor que registrou queda no ano passado foi o de transportes
Único setor que registrou queda no ano passado foi o de transportes

O volume do setor de serviços fechou 2019 com uma alta de 1% no Brasil. Essa é a primeira alta do setor desde 2014, já que os serviços tiveram quedas consecutivas entre 2015 e 2017 (acumulando perda de 11%) e fecharam com estabilidade em 2018.

A receita nominal teve crescimento de 4,5% no ano passado. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Essa alta é importante, mas ainda está longe de alcançar o melhor resultado no setor de serviços", avalia o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Os principais responsáveis pelo crescimento foram os serviços de informática e comunicação, que tiveram avanço de 3,3%, puxado pelo bom desempenho das atividades de portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca na internet, pelo desenvolvimento e licenciamento de softwares e pela consultoria em tecnologia da informação.

O segmento de outros serviços teve a maior alta (5,8%) e o segundo principal impacto no setor de serviços como um todo, puxado pelas atividades de corretoras de títulos e valores mobiliários.

Também tiveram alta os serviços prestados à família (2,6%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%). O único segmento com queda foi o de serviços de transportes, auxiliares de transporte e correios (-2,5%). "São dois setores vinculados ao transporte de carga, não de passageiro. E isso tem a ver com o momento de pouco dinamismo do setor industrial, que inclusive encerrou o ano com uma perda", justificou Lobo. "Se cai a exportação de veículos para a Argentina, de alguma forma cai a produção de automóveis e o translado de automóveis", exemplificou.

A alta dos serviços em 2019 ainda foi insuficiente para recuperar a perda de 11% registrada durante a crise no setor, que se estendeu de 2015 a 2017. No ano de 2018, houve estagnação no volume de serviços prestados.

"Entre 2012 e 2014, o setor de serviços acumulou um crescimento de 11,3%. Todo o crescimento acumulado é devolvido em 2015 e 2017, e esses anos de 2018 e 2019 são insuficientes para devolver essa queda e retirar o setor de serviços do patamar de 2012", lembrou Rodrigo Lobo.

Dezembro

Em dezembro, o setor de serviços teve queda de 0,4% no volume e alta de 0,3% na receita nominal, em relação a novembro. Já na comparação com dezembro de 2018, foram observadas altas de 1,6% no volume e de 4,5% na receita nominal.

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