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    • São José do Rio Preto
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05/01/2020 - 00h30min

NOVO DISCO

Zé Renato homenageia Paulinho da Viola

Philippe Leon / Divulgação Zé Renato canta Paulinho da Viola em seu novo disco
Zé Renato canta Paulinho da Viola em seu novo disco

Por meio das plataformas digitais de música, Zé Renato monta playlists que funcionam como trilha sonora para atividades corriqueiras do dia a dia, como lavar louça. Uma delas foi dedicada apenas a canções de Paulinho da Viola. Algumas conhecidas, outras nem tanto. Mas todas com características melódicas e líricas que evidenciam a qualidade de um dos grandes compositores da música brasileira.

Ao escutá-las com atenção, o cantor descobriu que poderia contar uma história por meio de algumas delas e foi tirar as harmonias no violão. "Fui me tocando da grandiosidade da obra dele", conta Zé. Daí surgiu a semente de "O Amor É Um Segredo - Zé Renato Canta Paulinho da Viola", álbum com nove canções de Paulinho. Ele faz os shows de lançamento em São Paulo nos dias 11 e 12, no Sesc Bom Retiro. Os ingressos já estão à venda nas bilheterias e no site da instituição.

Há algum tempo, Zé, que tem 63 anos, vem se aproximando das canções de Paulinho em seus álbuns. "Zé Renato Ao Vivo" (2007) e "O Vento na Madrugada Soprou" (2014), este gravado por ele com os instrumentistas Rômulo Gomes (baixo) e Tutty Moreno (bateria), são abertos por músicas do compositor.

O músico quis que a ideia despretensiosa de fazer um projeto em homenagem a Paulinho da Viola se refletisse no clima da gravação, feita no estúdio da produtora de publicidade Luni, no Recife. A empresa pertence ao compositor Lula Queiroga, amigo e parceiro musical do cantor há mais de 30 anos.

Quando foi fazer um show com o Boca Livre na capital pernambucana, Zé contatou Lula para gravar o disco na sala de áudio do espaço, que ele já conhecia. Voz e violão foram registrados em apenas um dia, com sopros e detalhes de percussão colocados no dia seguinte.

Das canções do álbum, poucas podem ser consideradas sucessos. Zé diz que a aposta em lados B de Paulinho surgiu naturalmente. "Foi acontecendo à medida que fui ouvindo as músicas e achando os caminhos no violão. Isso me ajudou a dar o caminho da interpretação. Por coincidência, alguns sambas eram menos conhecidos. Mas é um estímulo chamar atenção para um repertório menos ouvido", conta. Além de seguir fazendo apresentações pelo Brasil para divulgar "O Amor É Um Segredo", Zé já tem outro disco engatilhado para este início de 2020. Em fevereiro, ele entra em estúdio novamente e grava para o Selo Sesc Água Pras Crianças.

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