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Último ano de Mandato

Câmara aprova Orçamento de R$ 2 bilhões

Plenário ignora pressão de servidores da Educação por mais recursos


    • São José do Rio Preto
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O prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo (MDB), terá um Orçamento de R$ 2,07 bilhões no seu último ano de mandato em 2020. A Câmara aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA) veja os valores destinados a cada setor no quadro ao lado , durante a sessão desta terça-feira, 26, sem a inclusão de três emendas apresentadas pelo vereador Marco Rillo (PT).

Grupo de professores participou da sessão, mas a maioria dos vereadores não cedeu à pressão para a aprovação de duas emendas que destinavam R$ 5 milhões para a Secretaria de Educação retirando R$ 2,5 milhões da pasta de Obras e outros R$ 2,5 milhões da Secretaria da Comunicação. Gritos de "vergonha" ecoaram pelas galeiras dirigidos ao plenário da Casa. Outra emenda rejeitada reforçava o caixa da Secretaria de Cultura em R$ 500 mil.

Clique na imagem para ampliar  (Foto: Reprodução)

Onze vereadores votaram contra as emendas: Anderson Branco (PL), Karina Caroline (PRB), Celso Peixão (PSB), Fábio Marcondes (PL), Francisco Júnior (DEM), Márcia Caldas (PPS), Jean Charles (MDB), Jean Dornelas (PSL), José Carlos Marinho (PSB), José Lagoeiro (DEM) e Pedro Roberto (Patriota). A vereadora Cláudia De Giuli (PMB) estava ausente e o presidente da Câmara, Paulo Pauléra (PP), não vota.

Além de Rillo, os vereadores Jorge Menezes (PTB), Renato Pupo (PSD) e Gerson Furquim (PP) votaram a favor das emendas do petista. "Sou servidor público e sei o que passa o servidor. Não só em Rio Preto, mas precisamos prestar mais atenção nos educadores", afirmou Pupo.

De acordo com Furquim, os professores podem cobrar os parlamentares que votaram contra as emendas durante o período eleitoral.

"Esse entusiasmo deve ser feito durante o período eleitoral. Posso garantir que vocês podem fazer o maior sucesso. Vocês têm os alunos para conversar e para fazer chegar ao conhecimento dos pais e familiares", afirmou o vereador do PP.

Menezes disse que os professores estavam reivindicando melhores condições de trabalho. "Eles estão aqui pedindo os seus direitos. Não estão pedindo esmola, mas os direitos deles", afirmou.