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VALE VAGA EM TÓQUIO

Brasil conhece rivais do Pré-Olímpico


    • São José do Rio Preto
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Aliviado após o sorteio que definiu os adversários do Brasil no Pré-Olímpico de basquete masculino, o técnico Aleksandar Petrovic alertou que a Seleção Brasileira terá que ter muita atenção mesmo diante de adversários mais fracos. Marcado para junho do próximo ano, o torneio dará apenas uma vaga em cada um dos quatro grupos.

O Brasil irá disputar sua sorte na Croácia. Na cidade de Split, a seleção ficou no Grupo B e terá, além dos donos da casa, a Tunísia como adversária na primeira fase. Os dois melhores farão semifinais diante dos dois classificados da chave A, que terá Alemanha, Rússia e México. Quem finalmente vencer a final depois disso estará garantido nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

Dos adversários, o único que realmente mete medo é a Croácia, principalmente por jogar em casa. "Uma coisa boa é que eu a conheço a profundamente, seus problemas e virtudes", disse Petrovic, que é croata. "Mas importante não é só ganhar da Croácia no começo. É importante ganhar da Tunísia, porque aí estaremos na semifinal. Depois, poderemos cruzar novamente com a Croácia (na final). Não preciso mostrar todas as cartas para a Croácia no primeiro jogo", disse Petrovic.

O técnico nunca escondeu que seu maior temor seria cair no torneio sediado pela Sérvia, e vibrou quando, durante o sorteio, o Brasil ficou de fora do cruzamento com eles.

O Pré-Olímpico será disputado em junho, e o treinador fará a convocação da equipe em maio. Aleksandar Petrovic já antecipou que convocará apenas os 12 atletas que irão para a competição, além de deixar outros três em stand-by.

Antes do Pré-Olímpico, o Brasil fará dois jogos oficiais com o Uruguai, em fevereiro, válidos como qualificatórios para a Copa América.

Feminina na França

Na seleção feminina, o técnico José Neto demonstrou confiança na busca por uma vaga nos Jogos de Tóquio. O Brasil disputará o qualificatório em fevereiro, na França, diante de Porto Rico e Austrália, além dos donos da casa.

Teoricamente, o Brasil vai para a disputa buscando "apenas" uma vitória diante das porto-riquenhas, tidas como adversárias mais fáceis - a seleção enfrentou a equipe duas vezes este ano e venceu ambas. Pelo regulamento do torneio, as três melhores equipes dentre as quatro que compõem o grupo estarão na Olimpíada. "Temos que jogar não um tudo ou nada contra Porto Rico, temos que jogar para ganhar cada partida", afirmou, lembrando que caso haja uma surpresa e a seleção porto-riquenha vença França ou Austrália, o grupo ficará indefinido. "Eu sempre vou preparar minha equipe para vencer, independente do adversário."