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34ª EDIÇÃO

Bienal anuncia dois artistas e conversas abertas

O austríaco Philipp Fleischmann e a porto-riquenha Beatriz Santiago Muñoz terão obras na próxima edição da Bienal de São Paulo


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São Paulo

A Bienal de São Paulo anunciou dois novos nomes para 34.ª edição, que começa em setembro de 2020, no Pavilhão do Ibirapuera. Philipp Fleischmann e Beatriz Santiago Muñoz terão obras expostas na mostra, e ainda em 2019, neste mês de novembro, também participam de conversas sobre suas obras, abertas ao público.

Em parceria com a Oficina Cultural Oswald de Andrade, a Bienal recebe, no próximo sábado, 9, o austríaco Fleischmann. Na terça-feira, 12, é a vez da porto-riquenha Santiago Muñoz, que, além de participar da mostra coletiva no Pavilhão da Bienal a partir de setembro de 2020, expõe individualmente no Pivô, entre 29 de agosto e 7 de novembro de 2020, com curadoria de Fernanda Brenner.

A 34.ª Bienal tem uma "articulação com uma rede de mais de 20 instituições paulistas, que promoverão, em seus próprios espaços, exposições" e também ações, bate-papos e outros eventos. Este é o primeiro anúncio feito pela Fundação para esta edição.

A obra de Philipp Fleischmann (1985, Hollabrunn, Áustria) permeia os campos das artes visuais e do cinema, de acordo com a Bienal. Em sua pesquisa, marcada pelas crítica institucional, Fleischmann desenvolveu um idioma atrelado ao filme analógico, estabelecendo, a cada filme, "configurações de câmera site-specific para criar relações únicas entre o material da filmagem e o assunto da gravação". Para a Bienal, o artista vai realizar uma obra inédita, a partir da arquitetura do pavilhão Ciccillo Matarazzo.

Beatriz Santiago Muñoz (1972, San Juan, Porto Rico) trabalha com o campo expandido do vídeo, com influências que englobam o Teatro do Oprimido, a etnografia experimental e teorias feministas, segundo comunicado da Bienal. Sua produção recente aborda e funde os temas do inconsciente e movimentos anticoloniais.