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    • São José do Rio Preto
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26/11/2019 - 00h30min

Ataque de Piranhas

Prefeitura programa limpeza em prainha

Divulgação/Prefeitura de Pereira Barreto Banhistas sendo orientados após ataques de piranhas em Pereira Barreto
Banhistas sendo orientados após ataques de piranhas em Pereira Barreto

A Prefeitura de Pereira Barreto vai realizar uma limpeza na orla da prainha Pôr do Sol, banhada pelo rio Tietê, após ataques de piranhas que feriram cinco banhistas neste domingo, dia 24. A limpeza, tanto das algas existentes naquele local quanto da areia, e a fixação de placas orientando os frequentadores do local para que não dispensem resto de alimentos são algumas das medidas tomadas para evitar novos ataques.

Os cinco banhistas foram atacados nos pés. Três deles precisaram ser levados para a Santa Casa de Pereira Barreto. Eles foram atendidos e liberados. Após o ataque, que aconteceu no começo da tarde, equipes do Corpo de Bombeiros e da saúde municipal que estavam de plantão na prainha municipal orientaram para que os banhistas saíssem do local.

Segundo o oceanógrafo da Unesp de Ilha Solteira, Alexandre Ninhaus Silveira, as piranhas podem ter atacado como forma de proteger os seus ovos. "A espécie está em período de reprodução e possui a característica de proteger a área próxima dos ovos. Provavelmente, onde as pessoas estavam tinha vegetação ou pedaços de madeira, onde possivelmente estavam esses ovos", apontou.

Para o biólogo do Ibilce Arif Cais, é importante que após um ataque as pessoas saiam da água. "O ferimento de uma piranha pode ser grave, porque elas têm dentes que são cortantes, que parecem navalhas. São animais que têm um movimento de mandíbula muito rápido, de mordidas sequenciais. O sangue da vítima serve de atrativo para outras piranhas", explicou.

Nesta segunda, o secretário de Cultura e Turismo de Pereira Barreto se reuniu com pesquisadores da Unesp de Ilha Solteira para discutir medidas para evitar novos ataques, que não aconteciam há mais de 20 anos no local.

Por meio de nota, a Prefeitura também pediu para que pescadores evitem pescar no espaço da orla da praia municipal. "É comum serem encontrados anzóis, restos de iscas e também de peixes, além de ceva, o que acaba atraindo piranhas".

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