Diário da Região

11/10/2019 - 16h31min

CUIDADO!

Catanduva entra em alerta para infestação do Aedes

Com o resultado, a cidade está novamente em estado de alerta para a infestação do mosquito que transmitida a dengue, zika e a chikungunya

Divulgação/EMCAa A Equipe Municipal de Combate ao Aedes aegypti fará uso dos dados verificados para nortear as próximas ações de combate e controle do vetor
A Equipe Municipal de Combate ao Aedes aegypti fará uso dos dados verificados para nortear as próximas ações de combate e controle do vetor

O Levantamento do Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro em Catanduva, apontou percentual de larvas em 1,6%, sendo que o aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 1%. Com o resultado, a cidade está novamente em estado de alerta para a infestação do mosquito que transmitida a dengue, zika e a chikungunya. 

A Secretaria de Saúde dividiu as regiões com maior incidência dos criadouros, áreas 3 (4,47%), área 4 (1,33%), 5 (0,69%) e 1 e 2, com índice de 0,67%. As áreas 3, onde concentra o maior número de focos, estão os bairros Jardim Soto, Jardim dos Coqueiros, Parque Iracema, Santa Helena, Monte Líbano, Jardim Alpino, Jardim Oriental e Parque Ipiranga. Enquanto que na área 4 ficam os bairros Higienópolis, Centro, Jardim Brasil e Vila Rodrigues.

De acordo com a pasta, p levantamento mostra também o aumento no percentual apurado, no comparativo com o índice de 0,9% verificado em julho deste ano. Na ocasião, foi realizada a Avaliação de Densidade Larvária (ADL), que se utiliza da mesma metodologia de apuração que o LIRAa. 

A Secretaria Municipal de Saúde alerta que o aumento dos índices já era esperado devido à sazonalidade e início do período das chuvas, criando um ambiente propício à maior reprodução do vetor. "Por este motivo, é primordial a inspeção semanal por parte dos munícipes em seus imóveis, retirando quaisquer tipos de materiais que possam acumular água", ressalta Daniela Bellucci, diretora de Vigilância em Saúde.

Outro grande desafio é reduzir o alto índice de residências fechadas à visitação dos agentes. Durante a avaliação, os agentes de endemias avaliaram 6.091 imóveis, destes 2.986 estavam abertos para visita e 3.105 foram encontrados fechados no momento da inspeção. “É importante a colaboração também neste sentido, possibilitando a entrada dos servidores nos domicílios”, destaca.

Dentre os principais criadouros encontrados nesta amostragem aparecem bebedouros de consumo animal, materiais recicláveis, pratos de planta e ralos internos e externos das residências vistoriadas.

A EMCAa (Equipe Municipal de Combate ao Aedes aegypti) fará uso dos dados verificados para nortear as próximas ações de combate e controle do vetor. O setor mantém o Disk Dengue, 3521-4087, para agendamentos de vistorias e denúncias pertinentes quanto ao assunto.

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