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EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Aprender a aprender é tema de evento


    • São José do Rio Preto
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Aprender a aprender. Esse é o tema do encontro promovido pela CCLi Consultoria Linguística e pelo Cegente Educação Corporativa, em comemoração aos 16 anos das duas empresas. Fechado para convidados, o evento será realizado nesta quinta-feira, 19, a partir das 18h30, no Teatro Paulo Moura, em Rio Preto. "Aprender a aprender é uma das competências mais faladas atualmente no mundo corporativo", explica Ana Carolina Verdi Braga Ragonha, diretora da Cegente.

E para trazer luz ao tema, Ana Carolina e o empresário Daniel Rodrigues, da CCLi, trazem a Rio Preto dois especialistas no tema. De clientes, os dois empresários se tornaram amigos, até que descobriram que as duas empresas haviam nascido no mesmo ano e mês, motivo suficiente para a comemoração, que já está em seu quarto ano.

A programação do evento começa com o professor José Pacheco, pedagogo que se tornou conhecido ao fundar a Escola da Ponte, em Portugal, baseada em três valores principais: liberdade, responsabilidade e solidariedade.

O educador português, que vive no Brasil, defende que as escolas sejam totalmente diferentes dos modelos tradicionais, sem turmas ou ciclos, provas, reprovações e campainhas que delimitam os horários. Em seguida, quem comanda o encontro é a professora Carla Tieppo, pesquisadora e doutora em neurociência. Ela ministra aulas e palestras sobre o funcionamento do sistema nervoso e suas relações com a mente e o comportamento humano.

O evento é voltado, prioritariamente, aos empresários de Rio Preto e região, que são as peças fundamentais para aplicar e replicar os conhecimentos nas empresas. "Quem precisa mudar é o empresário, não adianta o gestor ou o operacional. É um trabalho em escala, para desmistificar e conseguir fazer com que todos mudem a cultura", afirma Ana.

Segundo a especialista em educação corporativa, é fundamental que os empresários estejam abertos a mudanças, preparados para encarar uma nova maneira de trabalhar, de executar o que já é feito. "O analfabeto desse século não é aquele que não sabe ler ou escrever. É aquele que não sabe aprender, reaprender e aprender de novo. As pessoas que não tiverem a capacidade de desaprender e aprender de forma diferente não vão sobreviver. Não só na empresa, mas no mundo", diz Ana Carolina.