Diário da Região

09/09/2019 - 11h58min

OPERAÇÃO VAGATOMIA

Universidade Brasil diz que já apurava fraudes

Faculdade de Fernandópolis, alvo de investigação da PF divulgou comunicado na manhã desta segunda-feira

Divulgação/Polícia Federal Viaturas da Polícia Federal dentro da Universidade Brasil, Fernandópolis, durante a Operação Vagatomia
Viaturas da Polícia Federal dentro da Universidade Brasil, Fernandópolis, durante a Operação Vagatomia

A Universidade Brasil, de Fernandópolis, soltou um comunicado na manhã desta segunda-feira, 9, em que afirma ter aberto sindicância interna para apurar suspeita de venda de vagas no curso de medicina desde da Operação Asclépio, deflagrada pela Polícia Civil em abril de 2019. A faculdade foi alvo na semana passada da Operação Vagatomia feita pela Polícia Federal, em que foram presas 20 pessoas, inclusive o reitor José Fernando Pinto da Costa, acusado de liderar o esquema.

Com relação a acusação de fraude no Fies e Prouni, a faculdade diz que também já fazia apuração interna, mas afirma que a responsabilidade de fornecimento de dados socioeconômicos analisados para concessão dos programas eram de responsabilidade dos alunos.

"A reitoria determinou a instauração de sindicância para apuração de todas as irregularidades no curso de Medicina, FIES e PROUNI, bem como determinou por meio de auditoria externa pela empresa DELLOITTE, especialmente contratada para esse fim, a apuração administrativa da conduta dos afastados e a verificação de todos os procedimentos adotados na Instituição e relacionados ao caso", diz a nota.

Em nota a universidade ainda alega no comunicado "que as suspeitas investigadas pela Polícia Federal já estavam sendo apuradas pela Polícia Civil e que a repercussão pode afetar a imagem da instituição de ensino, o que supostamente beneficiaria concorrentes.

"O recente episódio envolvendo a investigação de dirigentes e colaboradores da Universidade Brasil, podem servir ao propósito das grandes corporações, que com sua sólida estrutura abalada poderá se tornar presa fácil para os especuladores educacionais de plantão, municiados com recursos de grupos estrangeiros", finaliza.  

Clique aqui e confira o comunicado na íntegra.

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