Diário da Região

04/09/2019 - 17h44min

RIO PRETO

Zoológico registra nascimento de filhote de anta

Com o nascimento, outro macho adulto que vivia no local foi transferido para outra instituição. Restam no Zoo local agora, o casal e a filhote que se desenvolve e ganha peso rapidamente

Fotos: Marcos Morelli/SMCS O bebê tem listras brancas para se camuflar e vive com a mãe até os dois anos
O bebê tem listras brancas para se camuflar e vive com a mãe até os dois anos

O Zoológico de Rio Preto comemora nesta quinta-feira, 5, o primeiro mês de vida de um filhote de anta (Tapirus terrestris). O animal, uma fêmea, foi gerado e nasceu de forma natural no Zoo, no dia 5 de agosto. De acordo com o Zoológico, o nascimento só foi informado nesta quarta-feira, 4, devido aos cuidados e resguardo necessários nas primeiras semanas de vida. O filhote é resultado da cruza de um casal da espécie que vive no local. A gestação da espécie dura 14 meses.

Com o nascimento, outro macho adulto que vivia no local foi transferido para outra instituição. Restam no Zoo local agora o casal e a filhote que se desenvolve e ganha peso rapidamente. 

Sobre a espécie

A anta é um animal símbolo do Zoológico de Rio Preto e aparece na nova logomarca do Zoobotânico, por sua importância no meio ambiente: é uma grande dispersora de sementes, conhecida como jardineira da floresta.

A gestação pode durar até 439 dias e dela nasce um filhote. O bebê tem listras brancas para se camuflar e vive com a mãe até os dois anos. Ocorre na Venezuela, Colômbia, no Paraguai, Norte da Argentina, Leste dos Andes e também no Brasil. É um animal ameaçado de extinção.

Filhotes e adultos resgatados

Além de filhotes nascidos na instituição, que é administrada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, outros animais jovens, muitas vezes recém-nascidos e órfãos são encaminhados para lá pela Polícia Militar Ambiental e Ibama para receberem cuidados, todos os meses. Em agosto, o Zoológico recebeu e cuidou de 70 animais silvestres resgatados vítimas de tráfico, cativeiro, atropelados, doentes, vítimas de queimadas, etc. Dentre esses, vários filhotes órfãos ou que se perderam ou foram retirados dos pais, de diversas espécies.

No local, os pequenos animais recebem atendimento veterinário, nutricional e outros cuidados, de acordo com cada espécie. O esforço é para que cresçam e se desenvolvam, até que possam ser soltos na natureza, quando é possível a reintrodução ou, sejam introduzidos ao plantel ou direcionados para outras instituições, quando a soltura não é indicada por não se garantir que sobrevivam sozinhos no habitat natural.

No ano passado quase 700 animais da fauna silvestre de toda a região foram atendidos no Zoológico de Rio Preto.

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