Diário da Região

26/08/2019 - 10h53min

ANIVERSÁRIO DE 18 ANOS

Semae se prepara para uma Rio Preto de 1 milhão de habitantes

Segundo o Instituto Trata Brasil, São José do Rio Preto aparece em 7º lugar entre os municípios com a melhor qualidade de serviço de saneamento básico e a 3ª menor tarifa do Brasil

Fotos: Divulgação Quando obra da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE Rio Preto) estiver finalizada, capacidade de atendimento saltará para 600 mil pessoas
Quando obra da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE Rio Preto) estiver finalizada, capacidade de atendimento saltará para 600 mil pessoas

Com investimentos em infraestrutura e projetos de longo prazo, o Semae - Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto de Rio Preto se prepara para atender uma população de até 1 milhão de pessoas nos anos futuros. Pode parecer um planejamento distante no tempo, mas se observamos o crescimento acelerado da cidade nos últimos anos passando de 122 mil habitantes, em 1970, para 456 mil, em 2018, segundo dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a estimativa acima pode ser atingida até o final deste século. Além disso, a Fundação Seade já projeta uma população de 1,5 milhão de pessoas, morando na região administrativa de Rio Preto, já em 2050.

As três principais iniciativas para a autarquia atender uma população de 1 milhão de habitantes já estão em andamento: o projeto-executivo do Sistema Produtor Rio Grande, a ampliação e modernização da ETE - Estação de Tratamento de Esgoto e a ampliação das redes de água e interceptores. "Trabalhamos com os pés fincados no presente e preparando a cidade para as futuras gerações", declara Nicanor Batista Jr., superintendente do Semae.

Para Nicanor, a metropolização de Rio Preto provoca uma certa dependência de um rol de municípios ao redor. "A união física entre as cidades, conhecida como conurbação, também ocorre em Rio Preto em relação a Mirassol, Bady Bassitt, Ipiguá, Guapiaçu e Cedral. Atualmente, Rio Preto já atende uma população flutuante, principalmente dessas cidades, de aproximadamente 50 mil pessoas. "Ao mesmo tempo que há os benefícios de quem vem para cá trabalhar, fazer compras, procurar serviços e lazer, a cidade tem de oferecer um saneamento básico de qualidade para atender essas pessoas. O processo de metropolização é inevitável e temos de estar prontos para este crescimento", explicou Nicanor.

Divulgação Projeto que prevê a captação de água no rio Grande irá disponibilizar para Rio Preto 3 m³ por segundo, o suficiente para abastecer mais de um milhão de habitantes
Projeto que prevê a captação de água no rio Grande irá disponibilizar para Rio Preto 3 m³ por segundo, o suficiente para abastecer mais de um milhão de habitantes (Foto: Divulgação )

Sistema Produtor

Rio Grande

Pensando em novas fontes de abastecimento de Rio Preto, uma vez que as atuais estão chegando no limite e a cidade não para de crescer, o Semae está desenvolvendo um projeto de captação de água no rio Grande.

Atualmente, a empresa Estática Engenharia está desenvolvendo o projeto básico para a captação. É a primeira etapa do projeto-executivo do Sistema Produtor Rio Grande. Quando estiver em plena operação, o rio Grande poderá disponibilizar para Rio Preto 3m³ por segundo, o suficiente para abastecer uma população de mais de 1 milhão de habitantes.

No final do ano passado, o diretor da Estática Engenharia, José Marinho Pereira dos Santos, detalhou a concepção da proposta. O projeto prevê a captação de água bruta no rio Grande a jusante da Usina Hidroelétrica de Marimbondo, com a tomada de água por meio de um canal transversal à margem do rio.

Serão construídas duas estações elevatórias. A primeira será de baixa carga com bombas submersíveis. A segunda, de alta carga, com bombas de eixo horizontal. A água será conduzida até a Estação de Tratamento de Água - ETA Norte por uma adutora, com diâmetro de 1,5 metro e 54,6 quilômetros de extensão, conectada à estação elevatória de alta carga.

Também está prevista a construção de uma estação de tratamento de água tipo convencional em ciclo completo e a macrodistribuição de água tratada, a partir do reservatório pulmão da ETA Norte. Essa distribuição será feita por 46,4 quilômetros de adutoras e 75,4 quilômetros de ramais, num total de 121 quilômetros de extensão, distribuídos pelo município de Rio Preto.

A obra tem um custo total estimado de R$ 846 milhões, sendo R$ 773 milhões na primeira etapa, quando serão produzidos 1.500 litros por segundo, e R$ 72 milhões na segunda etapa, quando sistema terá capacidade de produzir R$ 3.000 litros por segundo. Segundo Marinho, o Sistema Produtor Rio Grande será complementar à atual produção de água feita pelo Semae. Todo o planejamento feito pela Estática foi projetado para um período de 30 anos.

Atualmente, o Semae produz 3.900.000 m³ por mês de água tratada, sendo 25% originários da ETA - Estação de Tratamento de Água - Palácio das Águas; 50%, dos 340 poços do Aquífero Bauru; e 25%, dos oito poços profundos do Aquífero Guarani. A quantidade é suficiente para abastecer os 456 mil moradores de Rio Preto, mais a população flutuante da cidade, que somados aproximam-se dos 500 mil habitantes.

Ampliação da ETE

Dentro dessa estratégia de planejar a cidade para o futuro, o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, autorizou o início das obras para a ampliação da capacidade de tratamento de esgoto da Estação de Tratamento de Esgoto - ETE Rio Preto, que encontram-se bem adiantadas.

Com a construção de mais um módulo de tratamento de esgoto, a estação vai ampliar sua capacidade de atendimento em 150 mil pessoas. Quando a obra estiver finalizada, esse número saltará para 600 mil pessoas, população prevista para Rio Preto por volta de 2030.

Atualmente, a ETE opera em três módulos e com capacidade para atender 450 mil pessoas. Com a ampliação, será construído um quarto módulo de tratamento, composto por três unidades: um reator anaeróbico, um reator aeróbico e um decantador.

A capacidade atual da Estação é de tratar até 1.178 litros por segundo. A média atualmente tem sido de 1.050 litros por segundo. Com a ampliação vai passar para 1.350 litros por segundo.

A eficiência obtida ultrapassa os 95%, em todos os itens, inclusive no que se refere ao grau de pureza da água que é devolvida ao rio Preto. A ETE Rio Preto é referência em parâmetro de qualidade de tratamento de esgoto, inclusive, internacional. Recebeu vários prêmios na área de saneamento básico.

Mas como fazer o tratamento de esgoto de uma população de 1 milhão de habitantes? Quem responde é a gerente de Planejamento, Projetos e Obras do Semae, Ceci Kuncevicius Bueno de Caprio. Ela informa que já existe um estudo da FIPAI - Fundação para o Incremento da Pesquisa e do Aperfeiçoamento Industrial, ligada à USP - Universidade de São Paulo, campus São Carlos, sobre melhorias para a ETE Rio Preto, tanto na área de operação quanto na qualidade do efluente. "Esse estudo prevê a construção, no futuro, de um tanque de equalização para manter a entrada do efluente constante na estação", explica.

Ceci informa também que existe espaço na ETE para construção de mais um módulo de tratamento de esgoto para atender outras 150 mil pessoas. "Com essas obras, no futuro, será possível atender uma população próxima de 1 milhão de habitantes. A ETE ocupa uma área de 27,7 alqueires, na confluência do rio Preto com o córrego São Pedro, na rodovia Délcio Custódio da Silva, quilômetro 4,5, vicinal que liga a Ipiguá", informa.

Ampliação das redes

Fechando o tripé desse planejamento, está a construção de novas redes de água e interceptores nos locais e bairros mais distantes do município. A nova rede de esgoto na região de Talhado, já em construção, será interligada a uma elevatória e à linha de recalque, que irá até a ETE - Estação de Tratamento de Esgoto. Serão cerca de 8 quilômetros de rede de esgoto, que atenderá Talhado e novos loteamentos na região. Quando essas obras estiverem concluídas, Rio Preto terá praticamente 100% do esgoto tratado.

Também já foi aberta a licitação para a construção de um interceptor de esgoto na margem direita do córrego do Morais. A obra terá 7,6 quilômetros de extensão. A previsão é que a obra seja iniciada daqui a três meses. O interceptor margeará toda a extensão da Floresta Estadual Paulista. O Semae e a diretoria da Unesp _ Universidade Estadual Paulista (campus Rio Preto, responsável pela preservação da mata) fizeram uma série de tratativas no último ano para que a floresta não sofresse qualquer dano.

E, finalmente, a construção do interceptor de esgoto, margeando o córrego Felicidade, com início previsto para 2020. São quatro quilômetros de tubulação que passarão pelos fundos do bairro São Deocleciano, atravessarão a rodovia Assis Chateaubriand, chegando até o bairro Maria Júlia.

Divulgação Rio Preto está entre os dez melhores serviços de saneamento do País
Rio Preto está entre os dez melhores serviços de saneamento do País (Foto: Divulgação )

Saneamento chega aos loteamentos regularizados

No início dos anos 80, surgiram em São José do Rio Preto os loteamentos irregulares, chegando a 104. Donos de áreas rurais vendiam pequenos lotes sem escritura e com uma infraestrutura muito precária. A fiscalização era ineficiente. Rio Preto atraia moradores dos grandes centros demográficos, provocando um crescimento desordenado da cidade informal e ilegal.

Com o passar dos anos, o Poder Público Municipal iniciou o processo de regularização. Atualmente, 56 loteamentos já foram regularizados, 14 estão em processo de regularização, ou seja, já foram aprovados pelo programa Cidade Legal e Regularização Fundiária e 34 loteamentos estão em fase de regularização com o processo iniciado.

Os 104 loteamentos regularizados e em fase de regularização correspondem a cerca de 13 mil lotes. Destes, cerca de 1.400 lotes regularizados já estão interligados na rede de água e esgoto do SeMAE. Um exemplo é o Jardim Alvorada, onde moram cinco mil pessoas. "Um fator muito importante para a implantação da rede de água e esgoto no bairro foi o envolvimento da associação dos moradores. Sem o empenho da associação e a vontade dos moradores, que precisam autorizar a implantação das redes, fica muito difícil", explica Ceci.

Outros dois bairros, que neste momento estão com as tratativas bem adiantadas, são o Santo Antônio e o Nossa Senhora de Fátima. Segundo Ceci Bueno de Caprio, somente após a regularização é possível a elaboração dos projetos de saneamento para futura implantação de rede e infraestrutura urbana. "Vale ressaltar que alguns loteamentos estão muito distantes do perímetro urbano, o que dificulta a implantação da rede de esgoto, pois dependem da implantação de interceptores e emissários, que é expandido gradativamente, conforme o crescimento da área urbana", explica. De acordo com Ceci, o Plano Municipal de Saneamento Básico, Lei 12.882, promulgada no dia 5 de janeiro de 2018, prevê incorporação desses usuários em até 10 anos.

Divulgação Palácio das Águas, um dos cartões postais da cidade, e a sede do Semae, que no sábado, dia 24, completou 18 anos de criação
Palácio das Águas, um dos cartões postais da cidade, e a sede do Semae, que no sábado, dia 24, completou 18 anos de criação (Foto: Divulgação )

A 7ª melhor cidade do Brasil em saneamento básico

O Semae completou 18 anos de criação no sábado, dia 24, entre os dez melhores serviços de saneamento do País. No novo Ranking do Saneamento Básico, divulgado pelo Instituto Trata Brasil, São José do Rio Preto aparece em 7º lugar entre os municípios com a melhor qualidade de serviço de saneamento oferecido à população e a 3ª menor tarifa do Brasil. Produzido pelo Instituto Trata Brasil, o novo Ranking do Saneamento Básico contempla as 100 maiores cidades, onde habitam 40% da população, e foi feito com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, pelo SNIS - Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, ano base 2017. Os resultados indicam que Rio Preto melhorou duas posições em relação ao ano passado, deixando o 9º lugar para permanecer entre as dez melhores cidades do País. Em 1º lugar, está a cidade de Franca.

Para o superintendente o Semae, Nicanor Batista Jr., a 7ª posição no ranking do Trata Brasil e a menor tarifa do Estado aumentam, ainda mais, a responsabilidade do Semae com o saneamento básico de Rio Preto. "Os investimentos continuarão dentro de um planejamento responsável e com tarifas adequadas. A nossa meta é atingir a universalização na distribuição da água tratada e do esgoto tratado, levando saneamento para os bairros em fase de regularização. Depois dos investimentos em obras, o Semae vai priorizar o investimento na manutenção da rede, combatendo as perdas e aprimorando o atendimento ao usuário", afirma.

PPI prevê anistia de 100% de juros e multas sobre dívidas de água e esgoto

A partir do próximo dia 2 de setembro, os usuários em débito com o Semae poderão aderir ao PPI - Programa de Pagamento Incentivado, que prevê anistia de 100% de juros e multas sobre dívidas de água e esgoto com a autarquia. Atualmente, 22 mil consumidores têm dívidas com o Semae, que somam R$ 160 milhões. A meta é arrecadar entre 5% e 8% da dívida, ou seja, algo em torno de R$ 10 milhões.

O programa começará em 2 de setembro e permite pagamento de dívidas à vista, com 100% de desconto de juros e multas. Essa possibilidade vai até 31 de outubro. Já quem pagar a dívida, também à vista, entre 1º de novembro e 6 de dezembro, terá desconto de juros e multa de 70%. O PPI do Semae ainda permite parcelamento do débito em 12 vezes, com desconto de 50% de juros. Nesse caso, o valor mínimo da parcela será de R$ 100.

Neste ano, o PPI do Semae tem uma inovação. Ele permitirá o pagamento da dívida por boleto, no banco, lotéricas ou pelo celular. Informativo sobre o programa e o boleto serão encaminhados, para os usuários em débito, junto com a conta de água. "Fizemos o programa de forma a dar maior possibilidade para quem tem dívida. Incluímos também pagamento parcelado em 12 vezes", disse o assessor da Diretoria Comercial Leandro Freitas.

Segundo o projeto, podem entrar no programa quaisquer débitos e serviços prestados pelo Semae, vencidos exclusivamente até 31 de março de 2019, não pagos, inscritos ou não em dívida ativa, mesmo que discutidos judicialmente.

"O nosso objetivo é permitir que aquele usuário que por algum motivo não conseguiu fazer o pagamento coloque a sua conta em dia. É uma oportunidade única. Sabemos das dificuldades que o País vem atravessando, pincipalmente, na área econômica. Com o PPI, o nosso usuário que tem débito com a autarquia pode ficar no azul", declara Nicanor Batista Jr., superintendente do Semae.

Combate às perdas é intensificado

Em São José do Rio Preto, as perdas da água produzida pelo Semae são da ordem de 25%. Desse total, de 10% a 12% são perdas comerciais, ou seja, problemas nos hidrômetros e fraudes. Outros 14% são perdas físicas. O Semae tem um Programa de Redução de Perdas para diminuir de 25% para 20% a perda física e comercial, nos próximos anos. A autarquia tem atuado na substituição de redes e de ramais, que hoje são em torno de 171 mil. Também foram intensificadas as ações educativas sobre o uso racional da água.

Historicamente, o Semae trabalha no combate às perdas comerciais. Por meio do banco de dados da autarquia, são identificadas possíveis áreas com fraude. Uma equipe de fiscais vai até o local e, constatada a fraude, é aplicada multa e corrigida a irregularidade. O Semae também faz renovação periódica do parque de hidrômetros, na ordem de 20 mil por ano, com garantia de qualidade e altíssimo índice de desempenho.

No mês de maio, os leituristas foram treinados para que, além da sua atividade básica de leitura do medidor, verificassem também a existência de vazamento de água na ligação, na calçada ou na rua. Em seguida, é feita a correção. A ação ampliou o combate às perdas com resultados muito positivos. Mensalmente, pelo projeto, são reparados em média 350 vazamentos.

O Semae também possui 100 macromedidores, instalados na cidade. Os equipamentos servem para verificar a vazão que passa pelas tubulações em tempo real e para calcular o volume de água captada e distribuída pela autarquia. Esse volume é comparado com o consumo medido pelos micromedidores (hidrômetros). A diferença é demonstrada pelo fator de pesquisa, para a identificação de áreas com vazamento. A autarquia realiza ainda serviço de varredura por geofonamento noturno, essencial para a identificação de locais onde ocorrem as perdas.

No Brasil

Enquanto o Semae registra 25% de perdas, o índice no Brasil é mais elevado, atingindo um volume total correspondente a 38,8% de toda a água tratada, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Regional. Em algumas regiões, como o Norte e o Nordeste do País, esse índice ultrapassa os 50%.

SEMAE EM NÚMEROS

População atendida com serviço de abastecimento de água: 99,5%

População atendida com serviço de coleta de esgoto: 99,5%

Volume de água tratada (m3/ano): 46 milhões

Volume de esgoto coletado (m3/ano): 37 milhões

Volume de esgoto tratado (m3/ano): 37 milhões

    

ETE - Estação de Tratamento de Esgoto: Trata até 1.178 litros de esgoto/segundo

Extensão da rede de abastecimento de água: 2.080,9 km

Extensão da rede de coleta de esgoto: 1.965 km

Imóveis atendidos (água e esgoto): 232.992

Amostras de água analisadas anualmente: 112.800

Indicador de Coleta de Tratamento de Esgoto do Município - Indicador realizado pela CETESB: 9,99

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