Diário da Região

06/08/2019 - 09h50min

NOVIDADES

Drica Moraes e a 5ª temporada de 'Sob Pressão'

Durante o 23.º Cine PE, atriz falou sobre a médica que interpreta na série da TV Globo

Divulgação Experiência como paciente ajudou Drica Moraes a construir a médica de 'Sob Pressão'
Experiência como paciente ajudou Drica Moraes a construir a médica de 'Sob Pressão'

Homenageada pelo 23.º Cine PE, que lhe outorgou, no sábado, 3, um prêmio Calunga especial por sua carreira, a atriz Drica Moraes encontrou-se, na tarde daquele dia, com a imprensa reunida no Recife. Falou do troféu, dizendo-se lisonjeada.

Acompanhada pelo filho, Mateus, disse que é muito bom que a dramaturgia brasileira, de cinema e TV, esteja escrevendo tão bons papéis para mulheres de 50 anos. Um exemplo é a médica de "Sob Pressão". "Reuni-me esta semana (na verdade, a passada) com o diretor Andrucha Waddington e o (roteirista) Lucas Paraizo para debater a personagem. Estamos falando de mais duas temporadas, a quarta e a quinta, que a Globo confirmou para a equipe. Disse o que penso, e espero. É uma personagem tão rica que não gostaria que a doutora Vera ficasse estereotipada. Com as informações sobre o ex-marido e o filho, e um novo amor, a personagem tem tudo para ficar mais densa ainda."

Drica confirmou que colocou na médica muito do que viu como paciente, quando esteve, durante longos períodos de tratamento de câncer, tão próxima da morte. "Ter superado isso e voltado a trabalhar despertou em mim um apetite muito forte, uma coisa selvagem, uma urgência de atuar, de dar vida e sentimento a personagens diferentes de mim." O festival terminou no domingo à noite, com a outorga dos Calungas aos melhores filmes de longa e curta-metragem.

Em 2017, o festival viveu um momento de crise. Diretores tiraram seus filmes da seleção, acusando a organização de haver dado uma guinada à direita. A vitória de "O Jardim das Aflições", de Josias Teófilo, sobre Olavo de Carvalho, acirrou o protesto. Com nova curadoria (de Edu Fernandes), o Cine PE deu outra guinada este ano. O palco do Cine São Luiz - "onde os artistas são soberanos", disse a apresentadora Nínive Caldas - abrigou críticas ao governo.

Venceram dois belos filmes - o longa "Espero Tua (Re)volta", de Eliza Capai, sobre as ocupações de escolas por estudantes secundaristas de São Paulo, que estreia dia 15, e o curta "Cor de Pele", de Lívia Perini.

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