Diário da Região

27/07/2019 - 22h38min

PARA O TRABALHO

Como escolher a picape certa para trabalhar

Normalmente utilizadas para trabalho, picapes podem sofrer um desgaste maior que os carros de passeio. Por isso, ao comprar um modelo usado, é importante se atentar aos detalhes para não perder dinheiro

Johnny Torres 24/7/2019 Thiago, da Aprovacar, recomenda os modelos a diesel para quem vai utilizar o carro para trabalhar
Thiago, da Aprovacar, recomenda os modelos a diesel para quem vai utilizar o carro para trabalhar

Mais robustas que um sedan, as picapes são uma boa opção para quem precisa de um carro para trabalhar carregando cargas no dia a dia ou até mesmo encarando estradas de terra. Já que comprar uma picape zero quilômetro nem sempre cabe no orçamento, uma alternativa é apelar para um modelo usado ou seminovo, mesmo sabendo que, em função do uso, esses carros costumam ter um desgaste maior.

É por isso que alguns aspectos devem ser observados na hora de escolher o veículo. "Por ser um carro de carga, vai ter mais desgaste. É um carro que sofre mais. A carga vai afetar tudo, como suspensão, motor e câmbio", explica Antônio Dantas de Araújo, proprietário da garagem Dantas Veículos.

As picapes normalmente oferecem duas opções de combustível: diesel e flex. A melhor opção vai depender de como o motorista pretende utilizar o carro. "Para uso de trabalho, se for rodar longas distâncias, aconselho o motor a diesel pela questão do valor do litro e pelo consumo. É um carro mais caro, porém, para rodar bastante, torna-se melhor pela relação custo-benefício", explica Thiago Ermegenildo de Souza, proprietário da garagem Aprovacar. A opção flex, segundo ele, é mais indicada para quem deseja rodar dentro da cidade, ou poucos quilômetros.

O tamanho da carroceria também deve ser levado em consideração na hora de escolher uma picape, pois esse aspecto terá influência sobre o peso que o carro consegue carregar. Por isso, para Souza, a caçamba maior é para quem usará bastante o veículo para transporte de carga. "A cabine simples tem a carroceria maior, que é para a pessoa carregar mais carga, ou seja, é para trabalho mesmo. E tem a cabine dupla, que conta com uma carroceria menor e é para quem precisa carregar uma quantidade maior de pessoas."

A região de origem do carro também é importante quando o assunto é o desgaste, pois um determinado item pode se desgastar mais em uma região do que em outra. "A primeira coisa que deve ser observada é a procedência, se o carro é de Rio Preto ou do Nordeste, por exemplo, cada lugar pode ter um problema diferente", acrescenta Dantas. Por isso, ter um mecânico de confiança e pesquisar no mercado é fundamental para realizar um bom negócio.

Segundo o garagista, vale a pena levar o carro a um mecânico para avaliar a quilometragem, a procedência e se está tudo certo com as peças mais importantes. "Também deve-se fazer uma pesquisa de preço. Dependendo do estado de conservação, você pode pensar que está pagando barato, mas o carro não presta. Então é melhor pagar um pouquinho a mais e levar um carro bom, de procedência", completa Dantas.

(Colaborou Breno Maniezo)

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