Diário da Região

06/07/2019 - 22h27min

HIERARQUIA

Em que nível você está na empresa?

É muito comum que as empresas classifiquem os trabalhadores em níveis que vão de júnior a especialista. Entenda o que significam essas nomenclaturas e como funciona essa hierarquia no mundo corporativo

Guilherme Baffi 5/7/2019 Pedro começou como vendedor júnior e hoje é gerente
Pedro começou como vendedor júnior e hoje é gerente

Com um mercado flexível e em constante mudança, é comum que as empresas busquem maneiras de incentivar os colaboradores. Uma das formas de fazer isso é delimitar, de forma simples, níveis e cargos dentro da organização, de modo que os funcionários possam enxergar com clareza a possibilidade de evoluir dentro da empresa.

Normalmente, o mercado classifica a carreira dos profissionais em cinco níveis. São eles: júnior, pleno, sênior, master e especialista. Segundo Thaís Pagliari, especialista em gestão de pessoas, quando uma empresa cresce, as demandas aumentam e, consequentemente, há um aumento no quadro de colaboradores, o que implica na necessidade de estabelecer uma hierarquia. "Isto é, definir com clareza a fase em que o profissional se encontra, oferecendo caminhos para que ele possa evoluir para cargos mais altos na empresa", explica.

O gerente Pedro Brambatti, 22 anos, está há três anos e nove meses em uma empresa de artigos esportivos em Rio Preto. Ele visualizou na instituição uma grande oportunidade de crescimento profissional, pois percebeu, desde o início, que havia um plano de carreira para os colaboradores.

Pedro começou a trabalhar na Decathlon como vendedor júnior, cargo em que permaneceu por um ano e meio. Logo evoluiu para vendedor pleno, uma função em que o poder para tomadas decisão se tornou maior. Passados sete meses, alcançou outro nível. Ele se tornou gerente da empresa, cargo que ocupa há um ano e quatro meses e divide as responsabilidades com outros três gerentes.

Assim como Pedro, quem busca atingir novos patamares deve levar em consideração que as experiências adquiridas na empresa estão atreladas aos níveis hierárquicos alcançados com o tempo. Por outro lado, Thaís destaca que não há um tempo correto para que o colaborador suba de cargo. Esse tempo é desenhado pela empresa, levando em conta o que é esperado do colaborador. "São avaliados o tempo de experiência, conhecimentos técnicos, comportamentais e o engajamento do colaborador na empresa", ressalta.

Pedro destaca que ter grandes motivações de crescimento desde o recrutamento é motivador e faz toda a diferença, pois a produtividade se torna maior a partir do momento em que o colaborador sabe que pode ser recompensado com esse reconhecimento. "Para mim, é muito gratificante alcançar níveis maiores ao longo dos anos, é a sensação de dever cumprido por saber que estou agregando na empresa e hoje o meu projeto é usar as ferramentas certas e me tornar diretor", diz.

Para Fernanda Lopes, consultora da empresa Via Gestão de Pessoas, ao implantar as diferentes oportunidades em uma empresa, os resultados se tornam positivos, pois os funcionários se tornam mais engajados. "Os colaboradores obtêm um desenvolvimento profissional mais efetivo e de liderança, contribuindo assim para o aumento da sua produtividade e satisfação na empresa", acrescenta.

Os cinco níveis do mundo corporativo

Júnior: exerce funções simples ou que não exigem profundo conhecimento na área de atuação. Tempo de experiência de 6 meses a 2 anos

Pleno: exerce atividades específicas, que exigem profundos conhecimentos. Nesse nível, o colaborador ainda toma decisões direcionadas pelo seu líder. Tempo de experiência 2 a 4 anos

Sênior: nesse nível, o colaborador toma decisões, é autônomo e possui experiências e conhecimentos específicos de suas funções. Possui a responsabilidade de gerir pessoas e planejamentos. Tempo de experiência de 4 a 6 anos

Master: o profissional atua fora do processo de supervisão ou por demandas. É aquele que gere projetos e negócios e possui autonomia plena. Tempo de experiência é 6 a 8 anos

Especialista: profissionais que possuem mais de oito anos de experiência na empresa são classificados como especialistas e normalmente têm total autonomia para exercer suas funções

(Colaborou Alana Gabriela)

via gestão de pessoas

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