Diário da Região

26/07/2019 - 17h18min

EVENTO

Encontro Mistral 2019 e seus vinhos da Itália e França

O evento, além dos vinhos, também trouxe um produtor de Grappa

A importadora Mistral, apesar da crise que vivemos, promove um grande encontro à cada 2 anos e o último ocorreu em 2019. Neste encontro, a quantidade de vinhos muito bons era tão grande, que mesmo em 2 dias, não consegui provar tudo o que eu queria.

Para o texto não ficar muito grande e cansativo, dividirei a descrição deste encontro em várias postagens.

A Mistral importa vinhos bem diversificados, de vários continentes e países e trouxe para este evento, vinhos produzidos na Itália, França, Portugal, Grécia, Alemanha, Hungria, Austria, Estados unidos, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.

O evento, além dos vinhos, também trouxe um produtor de Grappa.

Um delicioso bufê foi oferecido no encontro, para fazer frente a tantas provas de diversas bebidas.

A França é o país que produz os vinhos mais caros e famosos do mundo.

De lá que veio o produtor Joseph Drohin, que por sinal, começou sua carreira no mundo do vinho como um “negociant” da Borgonha. Ele abriu vinícolas em toda a região, desde o norte ao sul, produzindo vinhos de vários níveis e preços. O seu Beaune Clos des Mouches, apresentado neste evento Premiere Cru 2014 estava divino.

O Château Tour de Mirambeau veio da região de Bordeaux, Entre-Deux-Mers. Lá são produzidos grandes vinhos brancos, admirados por Robert Parker. O seu vinho trazido para este encontro Girolate 2005 Merlot estava divino.

Michel Chapoutier que é um dos mais dinâmicos enólogos da França produz vinhos abrangendo a região de norte ao sul do Rhône. Seus Hermitage, Côte-Rôtie, St-Joseph, Cornas e Châteauneuf, conferiram uma nova dimensão à essas apelações. Além dos vinho do Rhône, Chapoutier produz vinhos no sul da França.

George Vigouroux, da região bordalesa de Cahors, terra natal dos Malbec, trouxe grandes vinhos, como o Cuvée Icône WOW Malbec. George mostrou a diferença entre seus Malbec com os malbec do Novo Mundo!

A Itália, começando pelo Piemonte, estava bem representada pelo Coppo. Ele tem uma pequena produçãode ótimos vinhos e sua especialidade são os Barbera d’Asti. Seu Reserva di Famiglia Barbera d’Asti 2006 supera muitos Barolos.

O Veneto e a região de Valpolicella Classico estavam representados pela Speri.

Robert Parker, diz que seus vinhos mostram as características que fizeram do Valpolicella um vinho gastronômico e fácil de gostar. O seu Amarone Vigneto Monte Sant’Urbano 2012 é um tipo de vinho que aprecio muito.

Campagnola trouxe vinhos da região de Valpolicella e de Bardolino, que por sua vez, fica ao lado do lago de Garda. Seus Amarones mostraram raça e , em especial, o seu belo Vigneti Vallat di Marano Amarone 2013.

A Toscana não poderia deixar de comparecer com a Badia Coltibuono. A Badia foi fundada por monges em 1051. Seus Chiantes Clássicos e Sangioveses são belos vinhos. O Sangioveto IGT 2013 é um vinho especial!

Ainda da Toscana, em Marema, região dos Supertoscanos, vieram os vinhos do Castelo di Montipò, de Biondi Santi, vinícola herdeira do mítico Brunello di Montalcino, Il Greppo. O supertoscano Schidione também estava presente no evento e estava muito bom!

A tenuta di Capezzana da Toscana, da região de Camignano (esta última é única regiãoDOCG da Itália onde é obrigatória a casta Cabernet Sauvignon,) mostra que a cepa Cabernet Sauvignon se adapta muito bem nesta área. O Capezzana 804 IGT 2004 estava divino!

Berta é um dos produtores de Grappa no Piemonte. Muitas grapas são envelhecidas, utilizando cepas da região, como: Nebbiolo, Barbera. Pude provar a Grappa di Nebbiolo da Barolo Tre 10 (maturata), que estava maravilhosa!

O produtor da região da Umbria, Lungarotti foi o responsável por mostrar ao mundo, os vinhos da Umbria. O Rubesco Riserva Vigna Monticchio 2011 era um deles e estava muito bom!

Da região de Valpolicella, Vêneto, o Speri foi muito elogiado pelo guia Gambero Rosso e mostrou que a região produz alguns dos melhores vinhos italianos, como os Amarone.

Campagnola é um produtor do Vêneto há 112 anos e sabe fazer vinhos típicos da região.

Outra região de vinhos excelentes é o Abruzzo, que além da cepa Montepulciano, trabalha com uvas francesas como a Merlot e a Chardonnay. O branco Marina Cvetic Chardonnay 2014, da Masciarelli estava excelente!

No próximo artigo, tratarei de vinhos de outros países que também estavam presentes neste evento.

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