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CONCORRENTE DA APPLE

Primeiro dia da Xiaomi é marcado por filas


    • São José do Rio Preto
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Não deu outra. Novidade tecnológica é certeza de atrair muita gente. Não foi diferente na manhã deste sábado, quando a primeira loja física da fabricante chinesa Xiaomi no Brasil abriu as portas. Uma fila de mais de mil pessoas, dobrando quarteirões em torno do shopping em Moema, na zona sul da capital paulista, se formou para conhecer os produtos da quarta maior fabricante de smartphones do mundo.

Para promover os lançamentos, a chinesa vendeu o Mi 9, seu smartphone topo de linha, por R$ 2,8 mil, bem abaixo dos R$ 4 mil cobrados normalmente. O estoque promocional durou apenas 40 minutos. Além de celulares, a empresa também trouxe ao Brasil um portfólio que beira a centena de produtos, incluindo robôs aspiradores de pó, patinetes elétricos, drones e equipamentos para a casa conectada.

Um dos seus maiores apelos é um público que gosta de tecnologia e de pagar pouco, na comparação com marcas como Samsung, Apple e Motorola. "Enxergamos que aqui no Brasil havia um público muito identificado com a marca e foi a percepção dessa oportunidade que nos trouxe até aqui", explica Barbosa, ao Estado.

Para estar no mercado brasileiro, a Xiaomi fechou uma parceria com a fabricante de eletrônicos DL, de Santa Rita do Sapucaí (MG), que cuidará de distribuição e vendas dos aparelhos no País. Por enquanto, os produtos serão importados da China, mas não estão descartados planos para fabricação local a longo prazo.