Diário da Região

07/06/2019 - 00h30min

Em Shopping Center

Treinamento da PM simula ataque a joalheria

Divulgação/Polícia Militar Policiais militares simulam abordagem em shopping
Policiais militares simulam abordagem em shopping

A Polícia Militar de Rio Preto realizou nesta quarta-feira, 5, uma simulação contra assalto a joalheria no shopping Iguatemi, com envolvimento de funcionários, socorristas e seguranças do centro comercial. Segundo a corporação, a intenção é que o mesmo teste seja feito nos outros quatro shoppings da cidade, como forma de prevenção a ataques criminosos semelhantes ao que ocorreu no Walmart em 2016.

Durante a simulação, policiais sem farda atuaram como um grupo de criminosos que invadia a joalheria. Após serem cercados pela polícia, eles mantiveram funcionários reféns, sob a mira de armas.

O treinamento serviu para testar a equipe do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) do Batalhão de Ações Especiais (Baep) de Rio Preto, que no primeiro trimestre do ano foi capacitada para enfrentar essas situações.

Em outra situação no simulado, pessoas se passaram por vítimas baleadas pelos criminosos, como forma de medir o tempo de resposta da equipe de paramédicos durante um assalto. Todo o simulado durou das 7h às 9h, antes do início do atendimento.

"Queremos treinar nossas equipes e os funcionários dos shoppings sobre como lidar com estas situações violentas. Todos precisamos estar preparados a qualquer momento para enfrentar ações criminosas na cidade", diz o coronel Pedro Rodrigues, comandante do Baep.

A Polícia Militar informou que aguarda contato dos outros centros de compras rio-pretenses para agendar novas simulações de treinamento.

No assalto ao Walmart em 2016, uma quadrilha atacou dois carros-fortes que abasteciam caixas eletrônicos do hipermercado. Dois PMs foram baleados no confronto e dois criminosos morreram. Durante a ação, 200 pessoas ficaram reféns dentro do estabelecimento. Outro assaltante morreu em novo confronto com a polícia um dia depois do crime e dois foram presos - condenados a 71 anos de prisão. O sexto integrante do grupo, identificado como Cleiton Moraes Pereira, continua foragido.

 

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