Diário da Região

14/05/2019 - 00h30min

Transporte Aéreo

Fiscalização de bagagem reforçada

Dependendo do tamanho, mala terá de ser despachada e ainda haverá custo

Antonio Cruz/ Agência Brasil Regras relacionadas a bagagens estão mais rígidas
Regras relacionadas a bagagens estão mais rígidas

A fiscalização mais rigorosa da bagagem de mão começou a valer nesta segunda-feira, 13, nos aeroportos Congonhas (São Paulo), Galeão e Santos Dumont (Rio de Janeiro), Santa Genoveva (Goiânia) e Salgado Filho (Porto Alegre). A medida estava funcionando em caráter educativo.

Agora, antes de passar pela esteira de raio-X no embarque, quem for viajar nestes aeroportos terá de seguir por um setor de triagem. Lá, uma caixa será utilizada para medir se as bagagens estão ou não dentro das dimensões permitidas. Caso não estejam, estes passageiros terão de voltar ao setor de check-in para despachar seus pertences. Dependendo da tarifa adquirida pelos passageiros, o despacho poderá ser cobrado. Os valores da taxa extra variam a partir de R$ 59.

A ação de quatro fases começou a ser implementada de maneira educativa, em 10 de abril, nestes quatro aeroportos. Em 17 de abril foi a vez dos aeroportos de Confins (Belo Horizonte), Pinto Martins (Fortaleza), Guararapes - Gilberto Freyre (Recife) e Val-de-Cans - Júlio Cezar Ribeiro (Belém).

A ação termina no dia 23, com a inclusão dos aeroportos Luís Eduardo Magalhães (Salvador) e Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos).

Apesar de existirem desde 2017, as regras passaram a ser exigidas só agora dos passageiros pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) em 15 aeroportos brasileiros.

O objetivo é agilizar o fluxo de clientes nas áreas de embarque, uma vez que muitos viajantes levam bagagens fora dos padrões definidos, o que pode ocasionar no atraso de voos e traz desconforto.

A medida será adotada por todas as companhias aéreas nacionais e as dimensões estipuladas são as mesmas em todas elas: 55 cm de altura, 25 cm de largura e 25 cm de profundidade, conforme estipulado pela Associação Internacional de Transporte Aéreo.

Perguntada sobre se as novas medidas já estariam colaborando para a redução do preço das passagens aéreas, a Abear informou que a desregulamentação do transporte de bagagem despachada "é apenas um dos muitos fatores que influenciam preços do transporte aéreo", e que "o setor, como todo o país, lidou com a grave crise econômica e vê crescimento econômico praticamente nulo nos últimos quatro anos, ainda que tenha que absorver uma disparada de custos".

 

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