Diário da Região

12/05/2019 - 00h30min

TELEVISÃO

Carol Castro fala sobre seu papel no folhetim Órfãos da Terra

Atriz Carol Castro comenta sobre relacionamento de sua personagem Helena e Elias no folhetim 'Órfãos da Terra' e fala sobre novos projetos da carreira

Globo/Paulo Belote/Divulgação Na novela escrita por Duca Rachid e Thelma Guedes, Carol Castro interpreta Helena
Na novela escrita por Duca Rachid e Thelma Guedes, Carol Castro interpreta Helena

Helena (Carol Castro) será o pivô da separação de Elias (Marco Ricca) e Missade (Ana Cecília Costa) em 'Órfãos da Terra', novela das 18h da Globo. Inicialmente, o pai de Laila (Julia Dalavia) tenta resistir aos encantos da psicóloga, mas isso não dura muito tempo. Desde o primeiro contato, quando o sírio foi entregar um presente do marido da moça recém-falecido, os dois ficaram próximos. Segundo a intérprete da personagem, a relação será gradativa e se intensifica com a mudança de Helena para São Paulo.

Na entrevista a seguir, a atriz de 35 anos fala a respeito do relacionamento entre Helena e Elias; sobre ter ficado por um curto período fora da televisão após 'O Tempo Não Para' (2018) e do visual da personagem. Além disso, Carol também dá detalhes dos filmes 'Veneza', de Miguel Falabella; e 'O Juízo', dirigido por Andrucha Waddington, dos quais faz parte do elenco. Ela ainda revela se tem planos para mais filhos, depois que se tornou mãe da pequena Nina. A primogênita tem quase dois anos e é fruto de seu relacionamento com o violinista Felipe Prazeres.

Como você vê a relação da Helena com o Elias em 'Órfãos da Terra'?

Carol Castro - O que acontece com a Helena é que ela sofre muito com a morte do marido e o Elias se aproxima dela. Então, nasce uma amizade. A minha personagem tenta ajudar a família dele. Com o tempo, eles vão descobrindo que estão se apaixonando. Mas, como se trata de uma novela, tudo pode acontecer. Eu só posso dizer até aí.

Como acontecerá essa aproximação entre os dois na trama?

Carol - Helena passa a trabalhar no centro dos refugiados como psicóloga. Ela não mora em São Paulo, mas depois se muda para a cidade a fim de trabalhar lá. Nessa circunstância, eles acabam ficando mais próximos. Muita coisa vai acontecer! Então, é melhor o público não ficar criando teorias antes da hora.

Entre 'O Tempo Não Para' e 'Órfãos da Terra' você não teve um grande intervalo. Tudo bem pra você emendar trabalhos?

Carol - O tempo não para pra mim (risos). Tive apenas um mês de descanso. Fiquei sabendo de 'Órfãos da Terra' após uma semana da outra novela ter acabado. Então, eles me perguntaram: "Você topa emendar?". Mas claro que tirei férias, como qualquer funcionário precisa. As pessoas não ligam minha atual personagem com a antiga porque são histórias bem diferentes. Por isso que eu quis mudar o visual também tão radicalmente. Isso ajuda a quebrar qualquer imagem. Criei essa aparência junto com a chefe de caracterização da novela.

E como está se sentindo com o novo visual?

Carol - Eu estou adorando! Sou daquelas que se tiver que pintar, pinto. Se tiver que cortar, pode também. Se precisar raspar, ok. Não tenho problema com isso. Já tinha usado uma franja em 'Escrito Nas Estrelas' (2010), mas era diferente. O cabelo era mais cheio e tinha umas luzes.

Além de 'Órfãos da Terra', quais são os seus outros projetos?

Carol - Estou para estrear dois filmes! Ano passado, filmei o longa 'Veneza', do Miguel Falabella, com a Carmen Maura e a Dira Paes, que pode estrear entre o final desse ano e o início do próximo. Fiquei um mês no Uruguai gravando, seis meses após ter dado à luz minha filha. Viajei com a Nina e ela foi muito parceira, ficou tranquila. Aí emendei o filme com 'O Tempo Não Para'. Além disso, tudo indica que esse ano vão lançar o filme 'O Juízo', do Andrucha Waddington, que rodei em 2016, um pouco antes de ficar grávida. É um filmaço, com roteiro da Fernanda Torres e a Fernanda Montenegro atuando. Lima Duarte, Felipe Camargo e Criolo também estão no elenco. O Andrucha gosta de chamar de suspense espírita. É um gênero pouco explorado aqui no Brasil.

Como foi esta experiência?

Carol - Neste filme, a minha personagem é a Tereza, que está num momento da vida em que se anula muito. O marido, personagem do Felipe Camargo, bebe demais, mas está tentando parar. Então, eles resolvem mudar de vida e morar numa fazenda que era da família dele para tentar recomeçar. Só que não se sabe se foi uma boa ideia... A gente ficou filmando um mês numa fazenda realmente abandonada, que não pegava celular, que não tinha energia elétrica. Foi uma experiência que, às vezes, dava medo! Tivemos muitas noturnas... Já tinha feito um curta com esse cenário, mas o longa foi mais intenso.

Por que foi mais intenso?

Carol - Sempre tinha sonhado em trabalhar com o Andrucha Waddington. Ele é incrível como diretor! A Fernanda Torres ia lá com frequência para acompanhar o set de gravação e sou fã de carteirinha dela. Trabalhar com a Fernanda Montenegro nem se fala! Foi um sonho estar no mesmo projeto que ela! Quando não estava filmando, ia observá-la em ação. Também tive a oportunidade de conhecer o Criolo como pessoa e ele é um ser humano absurdo! A gente ficou amigo pra vida.

A Nina ainda está pequena, mas você pensa em ter mais filhos?

Carol - Acho que ainda é cedo para pensar num segundo filho. Fiz 35 anos agora, então dá pra esperar um pouco. Quero curtir muito a minha filha primeiro.

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