Diário da Região

14/04/2019 - 12h34min

STEVEN SPIELBERG

'Lista de Schindler' faz 25 anos e ganha reestreia

Nessa época em que, no Brasil, autoridades do governo discutem se o nazismo é de esquerda ou direita, esse clássico ganha um significado especial

Reprodução A emblemática da cena da garota vestida de vermelho do filme 'A Lista de Schindler'
A emblemática da cena da garota vestida de vermelho do filme 'A Lista de Schindler'

Steven Spielberg já havia sido indicado para o Oscar em 1982 e 85, por "E.T. - O Extraterrestre" e "A Cor Púrpura". Considerado o Midas de Hollywood, com uma impressionante lista de sucessos de público, era esnobado pela Academia. E, então, em 1993, fez seu filme que muita gente considera o mais pessoal - "A Lista de Schindler". No ano seguinte, venceu os prêmios de filme e direção. Em 1999, venceu de novo por "O Resgate do Soldado Ryan" - três prêmios, outro Oscar de direção, mas não o de melhor filme.

Passados 25 anos, "A Lista de Schindler" está voltando às salas de cinema do Brasil (e do mundo). Reestreia em 1º de maio, com cópias remasterizadas. O circuito será pequeno, mas, por se tratar de uma comemoração, foram editados novos cartazes e trailer assinalando a data - 25 anos!

"A Lista de Schindler" conta a história real do empresário alemão católico que conseguiu enganar os nazistas e salvar a vida de mais de mil judeus poloneses durante a 2ª Guerra.

Como? Oskar Schindler tinha uma fábrica que produzia panelas exclusivamente para o Exército alemão. Itzhak Stern, do Conselho Judeu da Cracóvia, convenceu-o a contratar judeus porque a mão de obra seria mais barata. O dinheiro que eles deviam receber ia para o suborno de militares que faziam vista grossa para o fato de os vistos serem falsificados.

Entra em cena o tenente Amon Goth, que chega a Cracóvia para executar o maior número de judeus. O filme faz uma acurada descrição da vida cotidiana sob o nazismo e no campo de concentração. O tenente sádico diverte-se praticando tiro nos prisioneiros.

Filmado em rigoroso preto e branco, o filme possui um detalhe em cor - a menina de casaco vermelho. Inspirada numa personagem real, ela metaforiza todas as vítimas da barbárie nazista. Nessa época em que, no Brasil, autoridades do governo discutem se o nazismo é de esquerda ou direita, o clássico de Spielberg ganha um significado especial.

As atuações de Liam Neeson, Ben Kingsley - Stern, como a consciência de Schindler - e Ralph Fiennes são excepcionais.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso