Diário da Região

09/02/2019 - 20h29min

INCÊNDIO NO FLAMENGO

Identificação de vítimas será feita por teste de DNA

Famílias enterram corpos de jogadores da base do Flamengo vítimas de incêndio

O IML (Instituto Médico Legal) do Rio de Janeiro liberou os primeiros corpos das vítimas do incêndio no Ninho do Urubu que matou dez pessoas e deixou três feridos na sexta-feira, 8. De acordo com as informações mais recentes, sete corpos que seriam identificados pela arcada dentária não poderão passar pelo procedimento. Ou seja, a identificação terá de ser feita através de exames de DNA.

O corpo do zagueiro Pablo Henrique, de 14 anos, foi o primeiro a ser retirado dos escombros na madrugada deste sábado. O sepultamento ocorreu neste sábado na cidade de Oliveira, a 150 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O corpo de Bernardo Pisetta, de 14 anos, também foi retirado, mas não há informações sobre o traslado. Outro corpo retirado da CT é o de Vitor Isaías, de 14 anos.

O corpo de Arthur Vinícius de Freitas, de 14 anos também, foi liberado, mas continua no IML. O velório está marcado para Volta Redonda, a 120 quilômetros do Rio. O sepultamento ocorreu ontem.

O IML (Instituto Médico Legal) identificou a sexta vítima do incêndio ocorrido no centro de treinamento do Flamengo. O atacante Áthila Paixão, 14 anos, foi identificado pela arcada dentária. Um pouco antes, o órgão havia identificado Gedson Souza, também de 14 anos, com a análise de impressão digital e exame de arcada dentária.

O incêndio deixou dez mortos e três feridos, sendo um em estado grave. Outras quatro vítimas já foram identificadas e liberadas do IML por familiares. Os zagueiros Arthur Vinicius (14 anos) e o goleiro Bernardo Pisetta (14) não tinham mais digitais e foram reconhecidos pela arcada dentária. Vitor Isaías (15) foi o único identificado apenas com digitais. No caso de Pablo Henrique (14) foram precisos exames de arcada dentária e digitais.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, os legistas tentam identificar os outros corpos também com exames de arcadas dentárias. Caso a técnica não funcione, a identificação terá de ser feita por exame de DNA, o que leva mais tempo. O órgão montou uma força tarefa para tentar acelerar esse trabalho e a angústia das famílias.

A diretoria do Flamengo iniciou uma reunião na manhã deste sábado para definir ações após o incêndio. Segundo interlocutores do clube, além de tentar encontrar respostas para o ocorrido, o encontro serviria para tratar de auxílio aos familiares das vítimas.

A reunião seria comandada pelo presidente do clube, Rodolfo Landim, que desde sexta-feira comanda um "gabinete de crise". Este "gabinete crise" é formado por vários grupos. Um deles, por exemplo, trabalha na assistência às famílias, outro está fazendo o inventário de toda a documentação necessária.

 

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