Diário da Região

06/11/2018 - 00h30min

SAÚDE ORAL

Câncer de boca: 14,7 mil novos casos no País este ano

Dados do Ministério da Saúde revelam que esse tipo de câncer está mais presente entre homens

Pixabay/Divulgação Visitas periódicas ao dentista são importantes no diagnóstico precoce do câncer de boca
Visitas periódicas ao dentista são importantes no diagnóstico precoce do câncer de boca

O Ministério da Saúde faz um alerta para hábitos simples e saudáveis, como boa higiene, não beber e não fumar, que podem ajudar a reduzir a incidência de câncer de boca. Dados revelam que esse tipo de câncer está mais presente entre homens e que 70% dos casos são diagnosticados em indivíduos com idade superior a 50 anos.

A doença afeta os lábios e o interior da cavidade oral. Dentro da boca, devem ser observados gengivas, bochechas, céu da boca e língua (principalmente as bordas), além da região embaixo da língua. A estimativa de novos casos de câncer de boca para 2018, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), é de 14,7 mil, sendo 11,2 mil homens e 3,5 mil mulheres.

"Atitudes simples como abstenção de fumo e bebidas alcoólicas, dieta rica em alimentos saudáveis e boa higiene oral diminuem as chances de desenvolver a maioria das doenças malignas, inclusive os tumores na boca, que são os mais comuns tipos de câncer de cabeça e pescoço no Brasil", informou o Ministério da Saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a prevenção pode ajudar a reduzir a incidência de câncer em até 25% até 2025.

Detecção precoce

Diante de alguma lesão que não cicatrize em um prazo máximo de 15 dias, a orientação é procurar um profissional de saúde (médico ou dentista) para a realização do exame completo da boca. A visita periódica ao dentista favorece o diagnóstico precoce do câncer de boca, já que permite identificar lesões suspeitas.

Pessoas com maior risco para desenvolver câncer de boca (fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas), segundo a pasta, devem ter cuidado redobrado.

Tratamento

Se diagnosticados no início e tratados da maneira adequada, a maioria dos casos desse tipo de câncer (80% deles) tem cura. Geralmente, o tratamento envolve cirurgia oncológica e/ou radioterapia. A avaliação médica, conforme cada caso, vai decidir qual melhor forma de tratamento.

Os dois tipos de tratamento podem ser usados de forma isolada ou associada. Ambas as técnicas, de acordo com o ministério, têm bons resultados em lesões iniciais e a indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais que possam ser provocadas pelo tratamento.

sintomas

 

Lesões na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias

Manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, palato (céu da boca) e mucosa jugal (bochecha)

Nódulos (caroços) no pescoço

Rouquidão persistente.

Dificuldade na mastigação e ao engolir

Dificuldade na fala

Sensação de que há algo preso na garganta

 

Fonte: Ministério da Saúde

 

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