Diário da Região

24/11/2018 - 21h41min

Cartas do Leitor

Trânsito 1

Brian Roxbury é um youtuber americano, do estado do Colorado, que aprendeu a falar português por conta própria e hoje ele fala muito bem. Ele visita o Brasil com regularidade e é casado com uma brasileira. Em um vídeo postado em 2016, ele comenta sobre as diferenças entre o trânsito de lá com o de cá.

Vejam o que ele diz em um dado momento do vídeo, com muito espanto: "Aqui nos EUA você não pode entrar na rodovia, não estando em um carro. Eu odiei dirigir no Brasil. É muito confuso. Não dá para perceber onde estão as pistas, tipo, qual é para virar e qual é para ir reto e aqui tem as pistas mais definidas; se eu tivesse me acostumado a dirigir no Brasil seria mais fácil, mas eu não, eu decidi não dirigir muito e deixei a Michele dirigir mais. Não nas rodovias, mas nas ruas do Brasil, tem um monte de lombadas".

"Eu não acreditei quantas lombadas tem no Brasil. Cada rua tem 10 lombadas, parece, às vezes. Aqui nos EUA de vez em quando vai encontrar alguma lombada nos estacionamentos, mas normalmente, você não vai encontrar lombadas aqui nos Estados Unidos. Portanto, é uma outra grande diferença. Aqui nos Estados Unidos tem muito mais policiais nas ruas vigiando quem pode estar violando as leis. Outra coisa, não existe muita moto por aqui. Mas quando tem alguma moto, aqui, eles não podem ir entre os carros. Tem que ficar atrás ou na frente dos carros. Então, isso é bem diferente. E caso ande entre os carros vai tomar uma multa muito grande, muito caro".

É uma fala bastante simples mas que demonstra claramente o óbvio: não temos fiscalização nas ruas. É por isso que por aqui tem tantos acidentes, tantas infrações, pois não existe fiscalização, e, tanto os pedestres quanto os motoristas seguem a suas vidas cometendo as mais absurdas infrações de trânsito e nada lhes acontece.

Temos leis, muitas leis, mas não temos como aplicá-las pois não existe fiscalização, seja ela eficaz ou até moderada. É um jogando a culpa no outro. E quando ocorre alguma coisa, algum acidente por conta de infrações, nada de mais acontece com os infratores e cada um segue a sua vida. É banal.

Quanto às lombadas que ele disse ter ficado horrorizado eu tenho a certeza de quele não dirigiu em Rio Preto. Caso tivesse, não teria economizado tanto nas palavras e eu ainda acrescentaria ao palavreado dele, muito mais espantado: "gente, eu nunca vi tanta valeta na minha vida". Por graças não pagamos por esse mico internacional. Ainda! Quando esteve aqui no Brasil, Brian viveu em Curitiba, uma cidade mais desenvolvida.

Wanderson Clayson Coldri Sá, Rio Preto.

Trânsito 2

O artigo de Mario Eugenio Saturno "Quatro segundos por uma vida" (Diário, 23/11) demonstra, citando vários estudos e estatísticas, que a condução agressiva de automóveis (carros, motos, caminhões) é a causa principal de tantas desgraças nas estradas e nas ruas. Quem tiver um mínimo de inteligência e de sensibilidade deveria entender que é suma estupidez colocar em risco sua vida e a de outros seres humanos para economizar uns minutos na chegada em algum lugar.

Numa visita que fiz a uma minha irmã que, casada com um inglês, vive na Nova Zelândia, percebi que lá o trânsito se desenvolve de uma forma tranquila, sem excessos de velocidade, ultrapassagens perigosas, xingamentos. Perguntado o motivo de tanta ordem, ela me explicou que a causa era o rigor das penalidades.

Radares escondidos flagravam os infratores submetidos a multas pesadas, além da possibilidade da cassação da carteira de motorista e da condenação por danos físicos e morais, conforme a gravidade e a reincidência da ocorrência. Nossos políticos poderiam pensar em algo semelhante para evitar tanto sofrimento. A punição deveria suprir a falta de educação cívica!

Salvatore D'Onofrio, Rio Preto.

Terminal 1

"Idosa tem carteira furtada e perde R$ 1,1 mil - Vítima faz parte do perfil preferido dos ladrões que agem em ônibus de transporte público e no terminal" - Portal e Facebook do Diário da Região. Essa situação parece que não vai mudar nunca. Sem segurança, sem prefeito e vereadores. Só inventam projetos que não beneficiam ninguém. O centro de Rio Preto está parecendo a cracolândia.

Leandro Paes, via Facebook do Diário, Rio Preto.

Terminal 2

É urgente tomar medidas contra esses meliantes, ainda mais agora, fim de ano, com assaltantes forasteiros e andarilhos que aportam aqui. A polícia precisa ficar atenta e zelar mais pela segurança das pessoas. Preocupar só em multar veículos não ajuda em nada. Nessa época do ano os transeuntes se sentem mais inseguros. A bandidagem está solta e à vontade para agir.

Therezinha Salani, via Facebook do Diário, Rio Preto.

Fake news

Iniciamos nossa escrita bem sucinta nos moldes atuais do jornalismo na era digital moderna. Sabemos das muitas diretrizes que foram traçadas nos últimos 20 anos: a geração de conteúdos rápidos, apressamento na divulgação dos fatos e da inépcia na apuração causaram esse mar chamado "fake news" - notícias nem sempre reais com fatos distorcidos.

Toda essa aclamação deu-se na divergência do poder fazer, noticiar e apresentar - sem ao menos relatar detalhe por detalhe - onde qualquer pessoa que tenha o mínimo conhecimento em um celular com câmera, se acha no direito de espalhar inverdades alheias.

Um bom jornalista que se preze apurar, saber o que é, como, quando e onde foi, vai entender e tirar de letra os fatos colhidos com precisão. Nessa nova etapa da vida e do ciclo da humanidade, onde as redes sociais viraram uma espécie de guru astral, podemos relutar ao um bate-papo na vida real. Pois cada dia que se passa não saberemos o que nos espera nesse mundo de fantasias virtuais.

Um bom entendedor da boa leitura saberá captar cada linha desse texto, resumir e aplicar no seu cotidiano.

Abrahão Hackme, José Bonifácio.

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