Diário da Região

09/10/2018 - 00h30min

Faxina Geral

Figurões saem derrotados das urnas

Ex-presidentes da República, ex-presidentes do Congresso Nacional, ex-líderes de governos e ex-ministros de Estado foram barrados pelas urnas do Senado - e consequentemente vão perder o tão almejado foro privilegiado - nas eleições de domingo, 7. Em movimento que mescla protesto e desejo de renovação, os brasileiros rejeitaram figurões que há anos detêm os holofotes da política nacional.

São os casos da ex-presidente da República e Dilma Rousseff, de Eduardo Suplicy e do senador Linddbergh Farias, os três petistas, barrados pelos eleitores em Minas, em São Paulo e no Rio.

Preso em setembro, durante quatro dias, por suspeitas de desvios de recursos em obras quando governava o Paraná, o ex-governador Beto Richa (PSDB) acabou na sexta posição da corrida às duas cadeiras do Estado no Senado. Seu conterrâneo e emedebista Roberto Requião também perdeu. Outro tucano de peso a ser superado pelos rivais foi Marconi Perillo, em Goiás.

Candidato à reeleição, Magno Malta (PR) chegou a ser cotado como vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), mas acabou mesmo derrotado em seu pleito como senador no Espirito Santo. Outros veteranos que tiveram que dizer adeus ao Senado foram Cristovam Buarque (PPS), ex-ministro e ex-governador do DF, e os emedebistas Romero Jucá e Eunício de Oliveira (MDB), atual presidente do Senado.

As urnas também reservaram surpresas para quem buscava uma vaga na Câmara dos Deputados. Filho do senador e ex- presidente Fernando Collor, Fernando James Braz Collor de Mello, foi um deles.

Danielle Cunha, filha de Eduardo Cunha, e Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, ambos candidatos do MDB, também não conseguiram se eleger deputados. Leonardo Picciani, filho de Jorge Picciani, não conseguiu voltar a Brasília. Cristiane Brasil (PTB), filha de Roberto Jeferson, perdeu a reeleição. E veteranos como Roberto Freire (PPS) e Nelson Marquezelli (PTB) ficaram igualmente de fora.

Dois senadores adversários, ambos envolvidos na Lava Jato, que optaram por tentar a Câmara, foram bem sucedidos: Aécio Neves (PSDB-MG) contabilizou agora modestos 106 mil votos. Já Gleisi Hoffmann (PT-PR) conquistou o dobro de Aécio, cerca de 212 mil.

 

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Diário da Região. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha?
Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso