Diário da Região

10/08/2018 - 19h02min

Adrenalina

Airsoft conquista adeptos em Rio Preto

Mara Sousa 12/5/2018 Wagner e Silvio Rigonato compõem a equipe Crows Unit
Wagner e Silvio Rigonato compõem a equipe Crows Unit

Esporte para quem busca a adrenalina dos campos de guerra com armas e roupas próprias para a prática, o airsoft ganha adeptos na região ao aliar as vantagens de um esporte às simulações de cenas bélicas. Só em Rio Preto há, pelo menos, cinco equipes. "É um esporte que ensina a ter honra e lealdade, porque diferente do paintball, em que o jogador se suja ao tomar um tiro, no airsoft você tem que ser honesto e se declarar morto, retirando-se do campo", disse Wagner Luis Ronda. 

A equipe de Wagner, Crows Unit, está há cinco anos disputando partidas com equipes da região, a maioria delas com fins solidários. "Vamos em outras cidades com o intuito de arrecadar alimentos, roupas e até mesmo ajudar em campanhas de doação de sangue", disse Wagner.

Além da Crows Unit – com 32 participantes fixos-, há na cidade algumas equipes como Boinas Pretas, Delta Force e Pack of Wolves. Para a prática do esporte, são necessários equipamentos apropriados, como uma arma e proteção nos olhos. "Os outros itens como colete e farda podem ser adquiridos aos poucos, mas sem arma e óculos de proteção não se pode jogar", falou Wagner.

O armamento também influencia na hora do jogo, com armas específicas e que simulam armas de fogo para cada 'operador' – como são chamados os jogadores. "As armas que tem menos potência vão com os fuzileiros na linha de frente para não machucar os adversários. Os snipers ficam no final, com armas mais potentes e com mira apurada. É como se fosse uma batalha de exército mesmo", completou Wagner.

As armas são regulamentadas pelo Exército e possuem a ponta laranja para diferenciá-la das armas profissionais. Muita coisa no esporte é definida com base na conversa e na amizade entre as equipes, como por exemplo o vencedor de cada batalha. Os jogadores combinam antes se vence quem captura a bandeira adversária, invade o território inimigo, resgata um refém ou até o último sobrevivente.

"Depende a missão. Às vezes usamos um cronômetro para marcar o tempo de invasão do local e desarmá-la. Tem também o mata-mata, em que o último que sobrevive é que ganha", comentou Ronda.

As munições utilizadas são esferas plásticas de 6 milímetros chamadas de BBS e não machucam os jogadores. Assim como esportes mais populares, o airsoft também exige dedicação e condicionamento físico dos operadores. As batalhas fortalecem os ossos e músculos, aprimoram o reflexo e melhoram o raciocínio lógico.

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