Diário da Região

05/08/2018 - 00h30min

ENEM

"Eu chego lá" traz dicas para se dar bem com Biologia

Serão 45 questões relacionadas a Ciências, distribuídas entre Biologia, Física e Química; na série "Eu chego lá" deste domingo confira dicas valiosas para se dar bem nos testes dessas disciplinas

Divulgação Kelvin Isadora e Vinicius, alunos do Kelvin que estão se preparando para a prova de Biologia do Enem
Isadora e Vinicius, alunos do Kelvin que estão se preparando para a prova de Biologia do Enem

Em 11 de novembro, segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é a vez de os estudantes fazerem as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São 45 questões de Biologia, Física e Química, mas que, como a prova toda, são interdisciplinares. Nesta semana, a série "Eu chego lá" traz dicas para se dar bem com Biologia.

O professor Daniel Pauli Lucena, do Kelvin, acredita que o aluno deve esperar uma prova que aborde conceitos fundamentais da Biologia e aspectos de aplicação destes conhecimentos à melhoria da qualidade da vida humana. "O preparo deve passar por leitura das teorias e estabelecimento de correlações entre as diversas áreas da Biologia", orienta.

O docente diz que a realização de exercícios é a etapa final do estudo de cada tópico, em que o percentual de acertos guia o aproveitamento do estudo. "Indicando se segue para o próximo tópico ou se deve retomar tal assunto", fala.

Ele cita que a área de Biologia preza por aspectos fundamentais da vida, como "metabolismo, evolução, diversidade, herança, fisiologia humana e ecologia", enumera.

Ronaldo de Souza Oliveira, também professor de Biologia do Kelvin, comenta que a prova costuma abranger todas as áreas da Biologia. "Sendo que nos últimos anos Ecologia, Citologia e Genética estão entre os assuntos mais cobrados".

Ele acredita que a prova deste ano deve seguir o mesmo nível de 2017: complexa e com questões de nível elevado.

"O aluno deve ficar atento com a interpretação das questões. Uma questão bem elaborada é aquela que traz um assunto sabido pelo aluno, mas que é perguntado de forma inédita", considera.

O docente acredita que o aluno bem preparado é capaz de relacionar o enunciado com o conteúdo que foi estudado ao longo do ano. "Além das questões específicas, o aluno também deverá ficar atento às questões interdisciplinares", orienta.

Ele ensina que a realização de exercícios ao longo do ano é importante não apenas para consolidar os conceitos aprendidos, mas também para que ele pratique a interpretação das questões e chegue para fazer a prova preparado.

Os alunos

Isadora Dias Lacotix, 19 anos, presta Medicina com foco em universidades públicas como Famerp, Unesp, Unicamp e Famema. "Não tenho muita dificuldade em Biologia, pego até que fácil. Só algumas partes, como Genética e Botânica, que acho mais complicado, mas em geral levo bem a matéria", conta.

Ela estuda a disciplina quase todos os dias durante até duas horas. Além de fazer exercícios de provas anteriores, foca também em assuntos que os professores enfatizam. "Outra coisa importante é sempre estar ligado aos acontecimentos da atualidade, porque o Enem gosta muito de fazer questões interdisciplinares com o nosso dia a dia, sobre coisas básicas".

Vinicius Mendes Soares, de 17 anos, aluno do Kelvin, também presta Medicina com foco nas faculdades públicas. Ele ressalta que as questões biológicas correspondem a boa parte da nota. "Então tem que estar bem preparado".

O vestibulando estuda cerca de seis horas por dia além do tempo de aula e não deixa matéria acumular. Se ficou com dúvidas, pergunta para o professor, além de resolver vários exercícios e procurar sobre o assunto em livros didáticos. "Eu me considero uma pessoa que tem facilidade nessa área porque sempre gostei. Sempre fui atrás de saber um pouco mais. Quando era pequeno, gostava de assistir a documentários", lembra.

Ele garante que tudo na disciplina faz algum sentido. "Tudo está conectado. Não adianta decorar, porque vai acabar esquecendo depois. O que tem muitos nomes acaba tendo que decorar, mas é importante aprender, mesmo, o que está acontecendo".

O estudante comenta que observar ao redor também ajuda. "Está andando na rua, para e vê, fala: 'será que é uma planta monocotiledônea ou dicotiledônea?'; isso ajuda bastante a identificar a matéria no dia a dia".

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