Diário da Região

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12/07/2018 - 00h30min

Cartas do Leitor

Estratégia

Parece que estão tentando soltar o presidiário, de todas as maneiras. Os que pretendem são políticos e alegam que simplesmente o fato de ele ser pré-candidato à presidência faculta a sua soltura. Situação inverossímil. Um fato nada tem a ver com outro, pois ele já é condenado em segunda instância e, principalmente, se tornou inelegível por corrupção, ou seja, ficha-suja, tendo, enfim, sua postulação a cargos púbicos proibida.

Continuando a saga, o pernambucano que trabalhou sabe-se lá quanto tempo virou top do sindicato dos "trabalhadores", pois nunca laborou com seriedade em sua vida, se transformou em um símbolo de destaque em nosso País. Teve, sim, em sua mãos a oportunidade de se tornar um estadista, porém, tomou gosto pelo poder. E o ser mesquinho que sempre lhe foi inerente se aflorou. Daí se pronunciava em favor dos menos favorecidos. Suas afirmações eram falácias, mentiras, escondendo a real intenção de se postergar por muitos anos no poder.

Muito sorrateira e peculiar de quem tramou a liberdade do presidiário, petistas naturalmente, pois só agem às sombras. Os brasileiros estariam às voltas com a Seleção Brasileira disputando uma vaga nas semifinais e quando menos esperassem, olha ele aí, contando também com a colaboração de um senhor que serviu o partido. Talvez o que eles subestimaram tenha sido a capacidade que o brasileiro adquiriu em lidar com as manobras escamoteáveis por eles utilizadas. Por isso, estando sempre alerta, frustrou mais uma manobra do pessoal que pretendia instalar aqui um regime comunista.

Marcos Reis, Rio Preto.

"Deuses"

Essa Copa de futebol mundial serviu para desmitificar os deuses do futebol. Neymar (o cai-cai), Messi (o sonâmbulo), Cristiano Ronaldo (o vedete) e a dupla de milongueiros Cavani e Suárez. Como dizia o filósofo Nenem Prancha, o futebol é uma caixinha de surpresas. Ninguém sabe o resultado do placar antes do término do jogo.

Futebol, como todo mundo sabe, é um jogo de equipe, onde todos devem ser da mesma categoria. Não basta ter entre eles uma estrela. Foi o que aconteceu com os times do Brasil, Argentina, Uruguai e Espanha, todos desclassificados, quando todos confiavam em suas estrelas. Quanta decepção e tristeza. Esperávamos muito mais da Seleção Brasileira. Vamos aguardar, com muita esperança, uma nova geração de jogadores, mais talentosos e menos vaidosos.

José Vitta Medina, Rio Preto.

Copa

Algo estranho acontece no chamado país do futebol. Enquanto a Seleção Brasileira é sempre colocada pela mídia especializada como a favorita em qualquer competição, os times de futebol do Brasil são apresentados com figurantes marginais no suntuoso mundo dos eventos esportivos.

Mesas redondas proliferaram na imprensa durante a Copa do Mundo, com palestras intermináveis sobre o quinto metatarso do pé direito do Neymar e se a bola raspou ou não na ponta da chuteira de determinado jogador que o público brasileiro nunca viu nos nossos caríssimos estádios (construídos na sua maioria com o dinheiro público).

Conceituadas figuras da crônica esportiva ignoram solenemente o fato de o Brasil, que há pouco ocupava sexto lugar entre as maiores economias do planeta e que tem em seu solo a presença de todas as empresas gigantes que patrocinam os grandes times da Europa, não destinar investimentos aos times brasileiros.

Seria lógico questionar o porquê de qualquer abertura para se permitir o "clube empresa" que fez do futebol o que ele é hoje ser barrada pela "bancada da bola" sem alarde. O saudoso futebol brasileiro composto por grandes torcidas foi do povo até 1970, quando do tricampeonato mundial, pois todos os jogadores (exemplo: Pelé) jogavam em times brasileiros; e sendo a primeira Copa transmitida ao vivo foi também o início do monopólio dado à Globo pela Ditadura Militar que usou do futebol a concentração de atenção no evento para suavizar o impacto do AI5 que acabara de ser decretado e imposto com truculência.

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto.

Conhecimento

A palavra "mestre" está relacionada com o saber, com o conhecimento e com a prática dessa bagagem que determinada pessoa porta consigo. O mestre tem uma mensagem a transmitir e normalmente é feita com credibilidade e conhecimento de causa. No conhecimento está a fonte do poder, a base para a construção da realidade que é trabalhada, tendo como fim o bem comum.

Jesus Cristo se apresenta como Mestre para construir uma realidade diferente daquela que o mundo vinha presenciando. O foco principal que Ele perseguia era a qualidade da vida humana, portanto é Mestre da vida. Seu olhar perpassava pela história e não se conformava com as práticas da opressão. Lutou contra o legalismo do tempo e projetou uma sociedade introjetada no princípio do amor.

Os mestres estão por aí. São muitos, mas correm o perigo de fazer pouco e deixar atrofiar sua capacidade de construir uma nova sociedade e um Brasil de brasileiros felizes. O interessante é entender que isso é possível, mesmo com os desafios da realidade moderna. Basta que todos estejam olhando e agindo numa mesma direção. Ações contraditórias causam resultados que prejudicam.

As atitudes de falsidade não são próprias dos mestres e conhecedores da verdade e nem de cumplicidade com as injustiças que dominam a sociedade. Jesus é chamado de Mestre porque sua vida sempre revelava simplicidade, coerência e inconformidade com o legalismo e as injustiças de seu tempo.

Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba, ex-bispo de Rio Preto.

Reportagem

Recebi o link da matéria que a jornalista Gisele Bortoleto escreveu sobre o livro e quero agradecer pelo texto. Vi nele muita sensibilidade e clareza. Fico feliz e agradecido. (Reportagem "Saia do piloto automático" publicada na edição de 1º de julho da revista Bem-Estar, sobre o livro "Mindfulness Para Uma Vida Melhor", que traz capítulo com Prem Baba).

Eduardo Farah, São Paulo.

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