Diário da Região

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09/07/2018 - 20h40min

Cartas do leitor

Quadrinhos

Muito bom o artigo do professor Eurípides, na edição do Diário de sábado ("Tartarugas e probabilidades"). Um grande incentivo para os docentes, uma vez que o trabalho com os textos visuais, adequadamente abordados, enriquece a capacidade de argumentação de ideias, oralmente e por escrito, ampliando consideravelmente a capacidade de criação de produção de textos por parte dos alunos.

Professora de Língua Portuguesa, atualmente responsável por disciplinas como Literatura, Gramática, Leitura, Interpretação e Produção Textual, ainda no bimestre passado trabalhei com alunos do último ano do Ensino Fundamental II a leitura do livro de histórias em quadrinhos "Calvin & Haroldo - Os dias estão todos ocupados", de Bill Watterson.

O incrível conhecimento e a bagagem cultural que os alunos tinham que ter para entender as tirinhas surpreenderam inclusive a mim. Até niilismo o professor de filosofia da escola teve que explicar para que interpretassem adequadamente uma tirinha de apenas 3 quadros! De fato, acredito que só há aprendizagem significativa naquele que estuda por diversão.

Michelle dos Santos SilvaRio Preto.

Agrotóxicos

Mais uma vez parece que nosso País pretende caminhar na contramão do mundo. Quando pesquisadores de muitos laboratórios, em muitos países, trabalham intensamente para conseguir formas alternativas de controle de pragas, visando a exatamente reduzir e até eliminar o uso de agrotóxicos, parece que no Brasil se pretende facilitá-lo.

Agrotóxicos são altamente tóxicos, como o próprio nome diz, sendo causa de doenças gravíssimas para o homem (neurológicas e respiratórias, entre outras), de morte para todos os outros organismos e de contaminação das águas, as quais uma vez contaminadas passam, também, a afetar o homem, as plantas e os animais. Isto já está altamente comprovado desde longa data.

Só para mencionar um pequeno exemplo de um grande perigo,relativo ao ambiente, a morte de abelhas que vem ocorrendo devido à presença dos agrotóxicos está pondo em risco a produção geral de alimentos que dependem da polinização realizada por esse inseto. Fica claro que o controle do uso dos agrotóxicos é matéria de interesse, não só da agricultura, como da saúde e do meio ambiente.

Assim, no mínimo causa estranheza que esteja tramitando, no Congresso Nacional, projeto que pretende restringir o controle do uso dessas substâncias exclusivamente ao Ministério da Agricultura, retirando o envolvimento dos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente.

A indústria dos agrotóxicos movimenta somas imensas de dinheiro, e nosso País é um dos que mais importam e consomem essas substâncias. Assim, vamos apoiar o movimento que tramita nas redes sociais para bloquear essa intenção, no mínimo incompreensível.

Hermione Bicudo, Rio Preto.

Copa 2018

O Brasil perdeu, a esperança se foi. Sempre a Copa do Mundo nos dá muitas alegrias, coloridos se espalham por todos os cantos da cidade, agitações, união de pessoas e bares lotados. Famílias reunidas, jovens, crianças e idosos. Todos torcem. A alegria é contagiante. A copa é sempre um esporte de unificação de povos e países num civismo jamais visto. O mundo para. Sinto-me patriota na Copa do Mundo vendo bandeiras por todo lado e hinos que emocionam. O verde-amarelo é um civismo mais intenso que acontece a cada quatro anos. É uma energia boa no mundo, esquecemos um pouco as coisas negativas que abalam nosso país.

O Brasil lutou, ganhar ou perder faz parte do jogo. O Brasil já foi o melhor e nos deu muitas alegrias nos jogos, somos os únicos penta. Ainda somos o melhor! Somos queridos pelos países adversários. O Brasil é o país do futebol. Vamos pensar que foi uma Copa de zebra. A maioria dos campeões foram derrotados. Mas que voltem nossos jogadores e venham de cabeça erguida para dizer: até a próxima, Brasil.

Cirene das Graças Ramin, Rio Preto.

Futebol

Contar com uma só pessoa em uma comunidade é uma temeridade perigosíssima. Uma andorinha não faz verão (velho ditado). Estou escrevendo isso depois que vi a atual Copa do Mundo. Todos os países que contavam que um líder no time os fariam vencer, como foi o Uruguai (Cavani), Argentina (Messi), Portugal (Cristiano Ronaldo) e Brasil (Neymar Junior), perderam.

Como puderam confiar que um só poderia conquistar o título do melhor futebol? Isso eu digo que é uma idiotice. Comparo a uma família de 3, 5, 10 pessoas que dependessem de uma só pessoa, aquele que trabalha para sustentar todos financeiramente. Esse arrimo de família é claro que um dia irá envelhecer ou poderá ficar doente. Então como ficarão todos seus dependentes que nunca se preocuparam com nada, que só sugaram essa fonte?

É claro que aí virá o caos quando a fonte secar. Referência: "pai rico, filho nobre e neto pobre". Precisamos aprender com essa lição dividir as tarefas e trabalhar em conjunto, onde cada um colabora com alguma coisa de forma consciente e respeito. Ninguém, sozinho, consegue fazer tudo por toda a vida. É impossível. Lamentavelmente assim foi o Brasil na Copa do Mundo.

Cidinha Cury Antonio, Rio Preto.

Testemunho

A propósito do assunto - Saidinhas temporárias - objeto do editorial do último domingo (08/07), sobre o qual já me manifestei por diversas vezes ser favorável a tal benefício aos sentenciados do regime semiaberto, cumpre-me acrescentar um detalhe que tenho observado durante muito tempo, através do meu trabalho voluntário como agente da Pastoral Carcerária da Diocese de Rio Preto.

Refiro-me à conduta diferenciada dos presos (a) que têm assistência religiosa no cárcere, aqueles (a) que procuram viver os valores religiosos, através da espiritualidade que é levada pelas diversas igrejas nas unidades prisionais.

Pela experiência de mais de vinte anos nesse trabalho, posso garantir que dificilmente as pessoas presas que vivem a religiosidade, cometerão quaisquer desvios de conduta nas saídas temporárias, pois, levam consigo a responsabilidade que lhe é dada pela Direção da unidade prisional por ocasião das saídas.

José Vicente Berenguel, Rio Preto.

 

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