Diário da Região

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08/07/2018 - 00h30min

Cartas do Leitor

Pergunta-se

Observamos nas ruas e avenidas de grande fluxo de veículos operários arrancando guias de sarjetas e calçadas, causando transtornos para os comerciantes, moradores, transeuntes e no trânsito, que já é caótico. A reforma é para resolver o último recapeamento do asfalto recém-realizado no valor de R$ 54 milhões e que está sendo pago por nós, através dos impostos.

Restou claro que no recapeamento não foi observado, por falha técnica, que o asfalto ficaria como ficou, acima do nível das calçadas, além da destruição do bueiros e bocas de lobo. Agora precisa ser feito, ou destruir o asfalto para baixar o nível, o que absolutamente fica muito mais oneroso.

Portanto, numa primeira análise temos que concordar com a prefeitura em refazer o estrago feito pela Constroeste, empresa ganhadora de 90% das licitações desse governo, assim como nas administrações anteriores. Agora mais um aditivo, para consertar essa lambança no valor de oito milhões e trezentos mil.

É justo a população pagar pelo erro e falta de gestão do Executivo que não fiscalizou a obra, deixando a empreiteira Constroeste, campeã das licitações, faturar além dos 54 milhões para terminar a obra atrasada há mais de um ano? Penso que não. Ora, é crível pensar que a prefeitura que dispõe de Procuradoria própria com advogados concursados, mover ação de indenização contra a poderosa empreiteira para receber esse volume de dinheiro que está sendo pago por nós, povo. Caso a culpa seja do executivo por não fiscalizar a obras, então que abra processo em desfavor do prefeito para retornar aos cofres públicos esse valor. Eu, particularmente espero reposta do Executivo.

Luiz Carlos Bigs Martin, Rio Preto.

Vazios urbanos

Matéria do Diário da Região do dia 1/7/2018 fala sobre o enorme espaço vazio dentro do nosso perímetro urbano em Rio Preto, deixando a cidade sem um total controle entre população e espaços ociosos para especulação. Prova disso são loteamentos populares feitos em lugares longínquos e longe dos benefícios que o cidadão precisa. Porque esse imbróglio dos Aufervilles num total 5 loteamentos com mais de sete mil lotes parados por falta de regularização jogado as mosca. Não seria interessante o poder executivo regularizar e fazer moradias populares do que comprar novos espaços, aumentando o perímetro urbano ainda mais?

Queria ver se o legislativo e executivo teria a coragem de fazer uma lei proibindo novos loteamentos por um período de 10 anos. Do que adianta fazer canal antienchente se as barreiras naturais que seguram as águas das chuvas são transformadas em asfalto e consequentemente fazem desaguar pelos bueiros nos rio que cortam Rio Preto enchendo tudo e retardando o escoamento das chuvas, levando aos alagamentos intermináveis? Pensem no futuro de nossa cidade.

Aparício Guilherme Queiroz, Rio Preto.

Futebol

Valeu! A Seleção fez o que pode, foi além do que podia. Lutou e seu técnico recebeu o apoio que podia da mídia. Os técnicos do passado, com raríssima exceção, mesmo tendo sido campeões, muitas vezes não são lembrados pela mídia, especialmente quem fracassou, e quando a isso podemos responsabilizar uma poderosa rede de televisão. Mas é isso, o futebol é, além de um meio para atuar nas questões sociais deste imenso país, uma forma de distrair aqueles que por vezes não têm o pão para colocar na mesa.

Veja o gigante cantado no hino nacional, caiu diante de um pequeno país que é invadido pelo oceano, mas que que tem na educação um oceano na sua formação. Aprende Brasil, não é só é pela emoção que se realiza, aliás aprenda que é preciso a razão. Continue, Brasil, aprenda que não é pela anestesia que não se sente a dor. A dor dói continuamente quando não entendemos que a anestesia é efêmera.

Continue, Brasil! O futebol continua sendo um meio que pode ajudar, e aliviar a dor das questões sociais, mas não é uma anestesia que cura para sempre. Valeu, aprendamos a ser menos ufanistas como vemos alguns narradores e comentaristas que ficam com cara de: o que aconteceu, um "trem" nos atropelou? Não, a realidade prevaleceu, temos limitações e essas devem ser encaradas com verdade, e não mascaradas nos interesses das grandes organizações de mídia.

Valeu Brasil! A nossa seleção é humana, e saiu de lugares que a grande a mídia não assiste, mas se aproveita para se promover quando algum talento se destaca e faz a diferença. Seleção Brasileira, você foi valente, mas preste atenção de onde você saiu, porque a anestesia acabou. Você continuará a mexer com as emoções de cada brasileiro, mas a anestesia acabou.

Adão Moraes, Rio Preto.

Saidinhas

Essas saidinhas desses presidiários em certas datas, já viraram piada. Lugar de preso é na cadeia. Quando esses recebem essa regalia, os moradores já ficam preocupados ao sair para trabalhar e deixar suas casas e seus pets sozinhos, com medo desses vândalos entrarem e fazer um limpa.

Essa história de receberem benefícios, é conversa pra boi dormir. Essa palhaçada só existe no Brasil. Esses que saem e não voltam, estão por aí, assaltando, roubando, assassinando, estuprando, fazendo coisas absurdas. Essas saidinhas têm que deixar de existir.

Nelwil Barbosa Dantas, Rio Preto.

Transporte

Foi notificado que o governo Temer acaba (5/7) de assinar o programa "Rota 2030" de incentivos à indústria automotiva pelo prazo de 15 anos. Está continuando o mesmo erro do ex-presidente Juscelino Kubitschek ao sucatar as poucas estradas de ferro para estimular as montadoras de carros e caminhões. Errar é humano, continuar no erro é diabólico!

Enquanto as Nações mais desenvolvidas há tempo vêm promovendo ferrovias e metrôs por serem o transporte mais barato e seguro, usando a energia elétrica que não é poluente, no Brasil, um país de tamanho continental, ainda se preferem as rodovias com todas as desgraças que elas acarretam. O que estão fazendo deputados e senadores que não impedem a aprovação de programas que prejudicam a coletividade?

Salvatore D'Onofrio, Rio Preto.

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