Diário da Região

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03/07/2018 - 22h58min

Cartas do Leitor

A Copa do Mundo

Para ver o Brasil jogar tudo para, as pessoas torcem, vibram, às vezes ficam decepcionadas, falam mal, mas tudo é festa! Até os problemas e os políticos do país ficam de lado. A grande pergunta é esta: o futebol vai mudar o Brasil, alguma coisa nova deverá acontecer? Pelo que vemos tudo não passa de competição, de euforia sem melhorar as condições de vida das pessoas.

No entender das Palavras de Jesus Cristo, vence quem joga com determinação e com esperança de conseguir vencer. Assim acontece no itinerário do Reino de Deus, pois se constrói uma Boa Nova com compromisso de fidelidade voltada para os seus objetivos. É um caminho de libertação onde a alegria da vitória não é superficial e sem consequências positivas para a estabilidade da comunidade.

Sabemos que não é possível conseguir vitória sem sacrifício, seja no jogo de futebol, como também em qualquer outro tipo de enfrentamento. A prática da fé vem sempre assentada numa construção formativa, baseada na Palavra de Deus. Não é caminho fácil e nem de portas largas. Aliás, Jesus fala das consequências de entrar pela porta estreita ou pela porta larga (cf. Mat 7,13-14).

O interessante é que as grandes conquistas podem vir de "frascos" pequenos e simples. Isso acontece na dinâmica do Reino de Deus. Jesus era Filho de Carpinteiro, da classe pobre, sem influência, mas dotado de postura, de determinação e consciente de sua missão. Isso pode ser importante na vida de um jogador da Copa, porque joga com garra, mas também sabe sofrer numa possível derrota.

É possível conquistar a vitória. Mesmo com a significativa evolução da cultura tecnológica do Brasil, muita coisa está por ser feita. Podemos construir um país melhor, sem tanta pobreza e menos violência. Mas temos que atuar nos momentos de decisão. Um deles é o voto consciente, com nossas mentes fixadas na esperança. Nem tudo está perdido e muito progresso ainda pode acontecer.

Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba, ex-bispo de Rio Preto.

Corrupção

O brasileiro está concluindo que a corrupção tomou conta do Brasil por um único motivo: quem deveria puni-la, corre o risco de fazer parte dela. Descobrimos que a lei não é igual para todos, que nosso judiciário impede que todos sejam tratados com igualdade perante a lei. Está evidente aos nossos olhos que as instituições funcionam de acordo com os interesses do grupo de apoio de Lula e seus amigos condenados.

A decisão do ministro Dias Toffoli deixou Dirceu livre da tornozeleira e poderá entrar em contato com todos envolvidos na Lava Jato, podendo ainda deixar Brasília e até mesmo o país. E o fato de que nos próximos dias 15,16 e 17, haverá a 24ª assembleia anual do Foro de São Paulo, em Cuba, e há grandes chances do Dirceu deixar o país para representar o PT neste evento.

Audinei Lopes Bonfanti, Bálsamo.

Presidência

Por que ficamos discutindo quem seria o melhor presidente, se quem ganhar dependerá, para aprovação de seus projetos, do Congresso Nacional, o poder dos poderes? Congresso que aliás, nós os elegemos para nos representar, e que para isso deveriam analisar quais os projetos do Executivo que seriam necessários e ou prioritários.

Também estariam lá pra resolver problemas, legislando em favor dos anseios do povo, que tanto reclamam nas gravações, e que a Globo direciona erroneamente para a eleição presidencial, enganando os eleitores sem citar sequer o real responsável: o legislativo, em quem votamos displicentemente e até esquecemos em quem votamos, coisa de analfabetos políticos.

Se votássemos um Congresso legítimo, honesto, não precisaríamos colocar em primeiro plano o presidente, visto que mesmo sendo um mal presidente, não o deixariam desgovernar. Já o contrário, mesmo um bom presidente, não conseguirá executar seus projetos honestamente com um Congresso desonesto, que só os aprovará sob propina, o que corrompe o sistema todo e desqualifica a governança, perdendo o foco do que é o melhor para a nação.

Temos agora, com tudo que vimos na Lava Jato, a chance de trocarmos todos, principalmente os caciques do Congresso Nacional.

Cesar Maluf, Rio Preto.

Asfalto

Parece que não aguenta muito o tranco não. Depois de reclamar da qualidade da obra do seu antecessor parece que hoje o problema é apenas um detalhe. Pois o problema se repete com muita naturalidade nos dias atuais. Depois de ter as guias e sarjetas trocadas e colocado piso novo, um ponto da guia e piso se esfarelou, no que parece ter sido tocado por algum pneu de veículo, nas proximidades do posto Florido, na avenida Philadelpho. Vai precisar de manutenção tão cedo? Sim, vai. A qualidade ruim de serviço outrora executado, e reclamada com muito alarde, parece que se repete tão cedo. Como sempre.

Wanderson Clayson Coldri Sá, Rio Preto.

Crimes

A partir de 1980, a violência se estabelece e toma dimensão a cada dia que se sucede, tanto é que não podemos deixar de destacar as várias análises de estatísticas ou ocorrências policiais, tentando coibir o uso da violência, à vista da criminalidade em todo o país.

Há de se evidenciar, por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro, onde se repete com a convivência de práticas ilegais e violentas como fator de rotina à bandidagem, em que houve o emprego tempos atrás do exército e das forças federais.

Muitos discursos foram colocados em prática, na conclusão de que o crime e a violência no país são resultantes da ineficiência da força policial, independente do esforço dos governos em níveis estadual e federal, no sentido de obterem fórmulas de combate às três situações: assaltos, roubos e violência. Outro fato interessante e que não poderíamos deixar de fazer alusão à sua eficácia é um sistema de iluminação em algumas praças de São Paulo.

É de se esperar algumas providências por parte das autoridades competentes, mesmo a longo prazo, algumas fórmulas para se evitar o que vem ocorrendo em nosso país, para que haja o mínimo de tranqüilidade à comunidade brasileira e à própria sociedade.

Alessio Canonice, Ibirá.

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