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08/07/2018 - 11h36min

'NAS ALTURAS'

Conheça o novo esporte que caiu no gosto dos rio-pretenses

Paramotor: esporte para quem gosta de voar

Escola Gama Galvão Paramotor: prática atrai cada vez mais adeptos em Rio Preto
Paramotor: prática atrai cada vez mais adeptos em Rio Preto

Desligar da correria do dia a dia, sensação de liberdade e paisagens surpreendentes. Esses são alguns dos atrativos que o voo de paramotor proporciona aos seus praticantes, que estão cada vez mais presentes no céu de Rio Preto. Você já deve ter observado pessoas voando com o equipamento na região da Represa Municipal, dos Damhas ou da Vila Azul, principalmente nos entardeceres dos finais de semana. Pois é! A atividade vem ganhando cada vez mais adeptos e caindo no gosto do rio-pretense. De acordo com a escola Gama Galvão Paraglider e Paramotor (única escola da modalidade na nossa região) são 120 pilotos entre os formados e os que estão em formação.

Apaixonado por voar, o técnico eletricista Eder Rangel, 48 anos, começou sua aventura no céu praticando paraquedismo aos 19 anos. Por ser uma prática mais barata, há 4 anos migrou para o paramotor. “A sensação de estar voando é incrível, algo que não tem como descrever. O esporte é totalmente seguro e fazemos muitas amizades. Quero estar velho e ainda praticando, só paro o dia que eu não conseguir mais andar”, brinca.

E todo fim de semana Eder já tem programa definido: voar. E ele não vai sozinho, o técnico eletricista é acompanhado de perto pelo filho. O estudante Kauan Franchini Rangel, herdou a paixão por voar do pai. Aos 14 anos ele já faz voos sozinho, o que lhe rendeu o título de piloto mais jovem da cidade. “Desde os 10 anos eu acompanho meu pai. Começou como uma brincadeira e eu fui me apaixonando. Quero continuar voando, me tornar profissional e no futuro competir fora do País”, diz o estudante.

O paramotor é um esporte democrático, pessoas de todas as idades podem praticar. Mas antes de querer sair voando por aí, é preciso fazer um curso de capacitação e tirar a habilitação. “O aluno tem que passar por aulas práticas e teóricas. Além de aprender e conhecer mais a fundo o equipamento que ele vai voar, ele também tem aulas de meteorologia e mecânica, por exemplo”, explica Daniela da Gama Civitate, sócio proprietária da escola Gama Galvão Paraglider e Paramotor. As aulas duram em média 120 dias e são ministradas de acordo com a disponibilidade do aluno. Para receber a habilitação é necessário ainda que o aluno faça 30 decolagens e 15 horas de voos assistidas.

O paramotor é composto basicamente de duas partes: motor e vela (ou asa). Para começar a praticar o esporte é necessário um investimento considerável, já que o valor de um equipamento completo varia de R$ 17 a R$ 37 mil.

Saiba mais:

Onde voar: É aconselhado que os voos sejam feitos em áreas descampadas, longe de residências e aglomeração de pessoas. Apenas pilotos muito experientes voam sob casas e em eventos.

O que é preciso para voar: Fazer um curso com Instrutor credenciado na ABPM (Associação Brasileira de Paramotor) e tirar habilitação.

Segurança: A prática é considerada muito segura, mas assim como qualquer outra atividade é necessário ter atenção e o piloto deve tomar todas as precauções de voo como respeitar os locais de voos, condições climáticas e checar os equipamentos.

Condições climáticas: Antes de levantar voo é preciso ficar atento à previsão do tempo. Chuvas e ventos fortes podem causar transtornos durante o voo e acabar com o seu passeio.

Quem pode voar: Qualquer pessoa (basta aguentar o peso do motor). Se for menor de 18 anos é necessária a autorização do responsável

Valor: R$ 4,8 mil – curso

Equipamentos necessários: O equipamento é composto por uma asa (paraglider ou parapente) e por um motor fabricado com a finalidade exclusiva do esporte

Altura de voo: 50 a 100 metros

Velocidade: 25 a 110 km/h

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