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27/07/2018 - 00h30min

SECA

Incêndios atingem área de preservação florestal

Nesta quinta-feira, umidade relativa do ar chegou a 29%, estado de atenção

Mara Sousa 26/7/2018 Homem tenta conter chamas de incêndio que atingiram área do IPA entre quarta e quinta-feira
Homem tenta conter chamas de incêndio que atingiram área do IPA entre quarta e quinta-feira

A série de incêndios registrada nos últimos dias no antigo IPA atingiu uma área de preservação ambiental da Floresta do Noroeste Paulista, sob responsabilidade do Instituto Florestal de Rio Preto. De acordo com o responsável pelo instituto, Narciso Costa, o fogo consumiu 15 hectares de uma área que havia sido reflorestada em 2012. A extensão da área de preservação atingida pelas chamas corresponde a aproximadamente 14 campos de futebol. O número consumido pelas chamas, porém, é maior e ainda não foi divulgado pela Polícia Ambiental

Costa explica que, mesmo com as ações de prevenção não foi possível evitar o dano ao meio ambiente. "Nós havíamos feito os aceiros (faixa de terreno) para evitar a passagem do fogo, só que infelizmente não foi suficiente".

Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Ambiental, com ajuda de caminhões pipa de usinas sucroenergéticas se uniram para combater o fogo. Nesta quinta-feira, 26, os bombeiros precisaram de quase quatro horas de trabalho para extinguir as chamas, que chegaram próximas de uma transportadora e por pouco não atingiram carretas da empresa. Foram necessários 50 mil litros de água. Na quarta-feira, os profissionais precisaram de nove horas para conter os focos.

A Polícia Ambiental tem acompanhado as ocorrências de fogo em matas próximas de áreas de preservação ecológica. Além das preocupações de impactos ambientais, eles têm o objetivo de dimensionar a quantidade de área atingida pelas queimadas, por meio de GPS.

A polícia não acredita que os incêndios tenham origem em ações criminosas, mas não descarta que a falta de educação esteja diretamente ligada às ocorrências. "As queimadas podem começar muitas vezes por desleixo das pessoas que jogam bitucas de cigarro, ou que têm a cultura de colocar fogo, em pequenos trechos, que fogem do controle", explica o capitão da Polícia Ambiental, Alessandro Daleck.

Rio Preto não registra chuvas há 70 dias. Nesta quinta-feira, a umidade relativa do ar chegou a 29%, índice considerado estado de atenção. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o indicado é acima de 60%.

 

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