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22/07/2018 - 11h26min

Relatório Cetesb

Poluição está 6 vezes superior ao limite da OMS

Para a OMS, uma cidade somente pode considerar que tem um ar limpo se apresenta uma média de, no máximo, 10 microgramas de Mp 2,5 por metro cúbico. Qualquer valor acima representa riscos para a saúde

Reprodução Alta concentração de material particulado inalável se deve à queimadas e grande frota de veículos
Alta concentração de material particulado inalável se deve à queimadas e grande frota de veículos

Os índices de poluição em Rio Preto estão seis vezes superiores ao teto estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para considerar a qualidade do ar aceitável. Os dados são da Cetesb, que registrou, por volta das 10 horas, uma concentração média de material particulado inalável (Mp) que ficou em 59 microgramas por metro cúbico de ar.

“Essa concentração é, aproximadamente seis vezes maior que o valor guia recomendado pela OMS de 10 microgramas de Mp 2,5 por metro cúbico de ar (média anual)”, afirma o engenheiro da Cetesb, José Mario Ferreira de Andrade.

Ainda de acordo com José Mário, o motivo é que, provavelmente, ocorreram diversas queimadas urbanas e rurais. “Agora observa-se muita fumaça na região central da cidade. Hoje completam-se 61 dias ininterruptos sem chuvas. A nebulosidade aumenta, porém sem expectativa de chuvas nos próximos dias. A tendência é que a temperatura média diminua, contudo a qualidade do ar tende a se agravar. Na parte da manhã e à tarde é possível visualizar a pluma de poluentes atmosféricos no horizonte da nossa cidade.”

O levantamento se concentra na avaliação das partículas Mp 2,5, as menores e com o maior potencial de afetar diretamente os pulmões. Para a OMS, uma cidade somente pode considerar que tem um ar limpo se apresenta uma média de, no máximo, 10 microgramas de Mp 2,5 por metro cúbico. Qualquer valor acima representa riscos para a saúde.

Consequências

Sete milhões de pessoas no mundo ainda morrem, anualmente, por causa da poluição do ar. O dado é de um novo relatório divulgado pela OMS, que mostra que nove em cada dez pessoas respiram ar contendo altos níveis de poluentes.

As partículas finas do ar poluído penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

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