Diário da Região

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12/06/2018 - 22h35min

Cartas do Leitor

Lulismo

De tempo em tempo, aparece alguém neste espaço (Cartas do Leitor) defendendo esse nefasto personagem da história recente de nosso país, chamado pela alcunha de "Lula", que depois incorporou ao seu nome de batismo. Esse senhor enganou milhões de brasileiros com o discurso se autointitulando "pai dos pobres" e criando depois o poste com o nome de Dilma, "mãe do PAC", dividindo o país com o jargão "nos contra eles", "elite brasileira".

Quando aparecia qualquer candidato, para enfrentá-lo, usava do terrorismo, que iria acabar com o Bolsa Família. Qualquer pessoa um pouco esclarecida sabe que o Bolsa Família, simplesmente, era e é usado nas campanhas do PT, como uma compra legalizada de votos, daquelas pessoas humildades e sem qualquer tipo de informação. Mesmo porque, milhares de outras pessoas, inclusive funcionários públicos, recebiam indevidamente o benefício.

Não estou defendendo, Temer, Aécio, FHC, Alckmin, ou quem quer seja, como é a retorica, de qualquer petista fanático, que não consegue enxergar um palmo adiante, não consegue ver o caos que esse bandido, hoje condenado e preso, causou ao nosso país.

Tudo isto que o país está vivendo é consequência de toda essa quadrilha que foi montada no governo do PT, com a conivência dos seus partidos aliados, PMDB, PSOL, PCdoB, PR E outros. Cada partido tinha sua participação, quebrando toda repartição federal, Petrobras, fundo de pensão dos Correios, fundo de pensão do BB, BNDES e outros.

Tudo isto acarretou no que estamos vendo e passando, desemprego, comércio quebrado, empresas fechando, saúde falida, educação falida. E consequentemente o aumento assombroso da criminalidade em todo o país, principalmente nos estados governados pelo PT e seus partidos aliados, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Alagoas, Rio Grande do Norte e Acre. Isso não é invenção da mídia tendenciosa, como os petistas costumam dizer.

Fábio Biondi Marques, Rio Preto.

Copa

O Diário traz em sua edição de terça-feira uma matéria que partir de entrevistas com populares constatou que 75 por cento das pessoas está absolutamente desinteressada pela Copa do Mundo da Rússia, a começar esta semana e que terá a primeira apresentação da Seleção Brasileira no domingo.

O futebol é um esporte coletivo mas que tem nas individualidades boa parte do interesse que reúne os torcedores. Assim é que as mais memoráveis conquistas da nossa seleção tem marcas registradas, atores que se perpetuaram no imaginário da torcida e efetivamente se tornaram ídolos.

A Copa, lá pelos anos 60 e 70, começava pela escolha dos jogadores que comporiam o escrete, surgindo as preferências das torcidas dos grandes clubes nacionais, apontando os seus craques como os mais recomendados para integrarem a seleção. Os corintianos apontavam Rivelino, os botafoguenses Gerson, os santistas Pelé e todos por Romário, Tostão, Renato Gaúcho, Bebeto, Tafarel, Zico e tantos outros. Os selecionados tinham absoluta afinidade com os torcedores. Os atletas cumpriam, antes de ser contratados por equipes do exterior, um longo período em contato com o público local, ganhando admiração e respeito.

Não haverá campanha publicitária capaz de mudar a situação. O brasileiro deixará de ver os jogos da seleção? Certamente não! Mas o fará sem a paixão vista no tempo em que, além do futebol melhor jogado de então, enviávamos daqui, formados aqui e conhecidos de todos, os integrantes da nossa seleção.

Fernando Araujo, Rio Preto.

Mundial

Neste domingo, todo mundo sabe, o Brasil estreia na Copa jogando em Rostov-on-Don, contra a Suíça. Embora o esporte bretão permeie cargas de afetividade unindo a todos nós - como diz a música, "num só coração"- pelo que se observa nas parcas manifestações registradas nas redes sociais, o ânimo tem sido pífio, de breque de mão puxado.

Até os pais,que costumam dar às crianças a compreensão primária da lógica emocional do esporte, usando a disputa como elemento educador, também não estavam motivados. Mas nos últimos dias, bateu por aqui uma aragem verde e amarela. A cidade finalmente entrou no clima da Copa do Mundo, muito atrasada em relação às Copas anteriores.

Os nossos compatriotas estão desanimados, não obstante o esforço dos jornalistas que cobrem a área de esportes aqui e na Rússia, virem fazendo para motivar o brasileiro, porque precisam angariar audiência para justificar as enormes somas cobradas dos patrocinadores. E apesar de o futebol oferecer à grande maioria dos cidadãos brasileiros momentos impalpáveis, o que se nota é que estão todos confinados em sua vergonha e silêncio.

E não faltam fortes motivos: a avassaladora e ignóbil corrupção sem freios éticos, desprezível e ardilosa que vem sendo revelada em todos os níveis e tombando uma a uma como peças de dominó; o desgoverno, a violência que deixa as pessoas amordaçadas pelo medo, as recentes greves e o 7 x 1 que levamos da Alemanha na último mundial no Brasil,entalado na garganta de todos, que nos fez marchar feito carneiros para o cutelo.Mas quase aos 45 minutos do segundo tempo, entramos no clima e o calçadão cobriu-se de bandeirinhas brasileiras, as vitrines das lojas e os shoppings começaram a motivar o rio-pretense.

Afinal,são esses eventos que azeitam a máquina da economia,com as festas que exuberam a venda de bebidas e produtos alimentícios, os agitos nos bares e restaurantes, as lojas de moda, com seus trajes verdes e amarelos, e, apesar da conspiração dos fogos de artifício contra a integridade dos tímpanos de todos os torcedores, quem sabe a Seleção do Tite esteja nos fazendo crer que vai jogar nas 11, enaltecendo e valorizando aquele nosso lado Nação.

Waldner Lui, Rio Preto.

Dicão

Em 1952, Dicão (que morreu esta semana) começava sua carreira profissional no América, onde disputou o campeonato paulista, titular, de 1952, 53 e 54. Em 1955, foi para o Botafogo de Ribeirão Preto e 1956 já estava no Palmeiras. Parou de jogar em 1961, quando começou sua carreira de técnico. Foi o campeão como técnico do Rio Preto, em 1963, do campeonato paulista da segunda divisão. nunca jogou no Rio Preto. Foi uma lenda como zagueiro do América.

Fernando Marques, Rio Preto.

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