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27/06/2018 - 00h30min

A alegria da vitória

Até o último minuto foi eletrizante

Argentino em Rio Preto, Carlos Alberto Baccega vibrou com a classificação de Messi e cia

Johnny Torres 26/6/2018 Messi (foto) e o zagueiro Rojo, que fez um gol salvador, comandam vitória sofrida de 2 a 1 contra a Nigéria e classificam a Argentina, para alegria do torcedor Carlos Alberto (esq.), em Rio Preto Págs. 6 e 7
Messi (foto) e o zagueiro Rojo, que fez um gol salvador, comandam vitória sofrida de 2 a 1 contra a Nigéria e classificam a Argentina, para alegria do torcedor Carlos Alberto (esq.), em Rio Preto Págs. 6 e 7

Mesmo morando no Brasil há 36 anos, Carlos Alberto Baccega, de 58 anos, tem a paixão de um menino pela seleção da Argentina. A cada Copa do Mundo ele canta, sofre, vibra, se emociona quando vê seu time em campo. Mesmo reconhecendo o mau início de competição na Rússia, antes da partida contra a Nigéria já se prostrava em frente à TV com sua camisa e crente que dessa vez o time desencantaria, venceria por quatro, cinco gols de diferença.

"Que sofrimento, foi muito difícil, até o último minuto foi eletrizante", disse Baccega, que, sistemático, não quis que a reportagem assistisse ao jogo do seu lado. Junto, apenas a esposa Alda Maria Affini Baccega.

O nervosismo sempre vem à tona durante os 90 minutos e o seu ritual é correr para os fundos da casa para fumar um cigarro (só durante o jogo foi um maço) e, claro, tomar aquela cervejinha para acalmar seu coração, quando não precisa de um calmante. Ao final, com a vitória por 2 a 1, pôde comemorar a classificação de seu time às oitavas de final, quando enfrentará a França. "A Argentina não jogou taticamente, hoje foi mais na coragem e no coração", disse.

Nascido em Buenos Aires, o argentino é torcedor também do Boca Juniors. Na final da última Copa, no Brasil, sofreu demais ao ver a Alemanha vencer a final. "Agora que venha a França. O time ainda tem muito que melhorar, hoje a favorita é a França, mas é um jogo né", emendou. "O Messi jogou só um pouco hoje, o Mascherano se destacou. Pode ver que quando se machucou ficou em campo e o árbitro não teve coragem de tirá-lo. Jogou com muita garra."

Na casa de Baccega, a esposa, Alda, que é brasileira, engrossa a torcida argentina neste mundial, mas com um porém. "Na final contra a Alemanha torci para vingarem o Brasil e tem a família, ele tem quatro irmãos lá. Agora torço pela Argentina, mas desde que não seja contra nós", disse Alda.

O apoio é o suficiente para Baccega, até pelos altos e baixos de sua seleção. "Não sei se vai conseguir chegar na final novamente, mas a gente torce."

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