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10/06/2018 - 00h30min

BRASILEIRÃO

São Paulo vence o Atlético-PR na Arena da Baixada

Em cobrança de pênalti, o meia marcou o único gol da partida e deu a primeira vitória ao São Paulo contra o Atlético Paranaense na Arena da Baixada, em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro

Ernani Ogata/Estadão Conteúdo Nenê, autor do gol, comemora com os companheiros de time
Nenê, autor do gol, comemora com os companheiros de time

Foram necessárias 19 partidas, mas enfim saiu a vitória do São Paulo sobre o Atlético Paranaense na Arena da Baixada. O Tricolor aproveitou uma bobeira da zaga do time rubro-negro para, em cobrança de pênalti, fazer 1 a 0 e acabar com o tabu de jamais ter vencido no estádio curitibano, em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. A vitória deixa o clube paulista com 20 pontos, com cinco vitórias, cinco empates e uma derrota.

Reforçado por Nenê, desfalque diante do Internacional, o time do técnico uruguaio Diego Aguirre foi surpreendido com um Atlético Paranaense bastante fechado, algo que chegava a irritar a sua torcida no estádio. Buscando espaços, o São Paulo precisou de alguns minutos até conseguir se estabilizar. Viu-se ameaçado pelos mandantes nos primeiros minutos, que conseguiam por velocidade nos contra-ataques.

Mas a equipe tricolor mostrou o valor de seu entrosamento e passou a dominar o jogo em Curitiba. Diego Souza, duas vezes, e Everton pararam no goleiro Santos, que via o São Paulo criar as oportunidades de maior perigo na partida.

No segundo tempo, o jogo ficou tricolor. Pelas pontas, Diego Aguirre viu brechas na equipe paranaense e apostava as suas fichas nas jogadas de velocidade. Na Arena da Baixada, os torcedores paranaenses passavam a vaiar o próprio time. A pressão ajudou o São Paulo.

Aos 13 minutos da segunda etapa, o zagueiro atleticano Bruno Guimarães se enrolou com a bola na zaga, viu Nenê roubá-la e passar para Everton na pequena área. Marcado pelo volante Camacho, foi derrubado e o árbitro gaúcho Anderson Daronco deu pênalti. Nenê converteu e colocou o São Paulo em vantagem.

Pressionado, o Atlético Paranaense tentou esboçar uma reação apenas nos minutos finais de jogo, mas já não dava mais tempo. De fora da área, Raphael Veiga ficou nas mãos de Sidão. O goleiro ainda defendeu com o peito uma cabeçada de Thiago Heleno na pequena área.

 

Ficha técnica

ATLÉTICO-PR - 0

Santos; Wanderson (Guilherme), Thiago Heleno e Bruno Guimarães; Marcinho, Lucho González (Pavez), Camacho e Thiago Carleto; Raphael Veiga, Bergson e Pablo (Bill). Técnico: Fernando Diniz.

SÃO PAULO - 1

Sidão; Militão, Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Araruna (Petros); Nenê (Lucas Fernandes), Everton e Diego Souza (Tréllez). Técnico: Diego Aguirre.

Gol: Nenê (pênalti), aos 16 minutos do segundo tempo. Árbitro: Anderson Daronco (Fifa/RS). Renda: R$ 228.490,00. Público: 9.323 pagantes. Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR), na tarde deste sábado, 9.

Corinthians decepciona

O Corinthians ainda não se acertou sob o comando do técnico Osmar Loss. Depois de seis jogos, são três derrotas, um único triunfo e agora dois empates após o 0 a 0 com o Vitória, neste sábado, na Arena Corinthians, em São Paulo, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Truncado, o duelo mostrou um Corinthians dominado pelos baianos logo nos primeiros minutos de jogo. Um time que, quando enfim se acertou em campo e começou a ir para a frente e apresentar certo risco ao Vitória, errava muitos passes e carecia de criatividade no meio de campo. No segundo tempo, uma pressão leve e que não se transformava em chances claras de gol.

Fez falta a inspiração de Rodriguinho, em mais uma atuação apagada, e ficou evidente certa dependência do brilho de Pedrinho, fortemente marcado no sistema defensivo rubro-negro. Foi o primeiro jogo em que o jovem atuou durante os 90 minutos no Corinthians. Aos 26 do primeiro tempo, a melhor chance corintiana. Pela direita, o cruzamento de Pedrinho chegou em Sidcley, na área, que cabeceou de frente e acertou a trave. O time baiano voltou para o segundo tempo apostando nos contra-ataques.

O Corinthians crescia. Sem espaço pelas pontas, via nos chutes de fora da área uma forma de tentar decidir a partida em casa. A pressão corintiana continuou até o final do jogo, com as entradas de Emerson Sheik e a estreia do centroavante Matheus Matias, mas faltou capricho nas finalizações. (Agência Estado)

Ficha Técnica

Corinthians - 0

Walter; Mantuan, Pedro Henrique, Henrique e Sidcley; Gabriel (Emerson Sheik), Maycon, Pedrinho, Rodriguinho e Mateus Vital (Marquinhos Gabriel); Roger (Matheus Matias). Técnico: Osmar Loss.

Vitória - 0

Elias; Cedric, Kanu, Aderllan e Jeferson; Ramon (Rodrigo Andrade), Lucas Marques (Bruno Bispo), Neílton, Rhayner e Wallyson; André Lima (Yago). Técnico: Vagner Mancini.

Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (PE). Público: 27;744 pagantes. Renda: R$ 1.212.745,36. Local: arena Corinthians, em São Paulo, na noite deste sábado.

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