Diário da Região

01/06/2018 - 11h22min

ATACADO

Abastecimento volta ao normal na Ceagesp de Rio Preto

Apesar do temor, preços se mantiveram estáveis em relação aos praticados antes do início da greve

Mara Sousa 1/6/2018 Carregamento e entrega de alimentos volta ao normal na Ceagesp de Rio Preto
Carregamento e entrega de alimentos volta ao normal na Ceagesp de Rio Preto

O fornecimento de alimentos voltou ao normal na Ceagesp de Rio Preto nesta sexta-feira, 1º. Houve entrega de produtos durante a madrugada e toda quinta-feira, 31. As primeiras horas da manhã desta sexta foram de movimento regular.

Segundo o fiscal Lupércio Fontana, nos últimos dias da greve dos caminhoneiros, a oferta era apenas de alimentos produzidos na região de Rio Preto, como melancia, abacaxi e alguma banana. “Os preços continuam praticamente iguais à antes da greve, sem grandes oscilações, por conta da grande oferta. Como teve muita produção, os preços não subiram tanto como imaginávamos que ia acontecer”.

O saco de 50 quilos da batata, que chegou a ser comercializado por R$ 300, nesta sexta-feira era vendido por valores entre R$ 70 e R$ 140 no entreposto de Rio Preto. Já o saco de tomate rasteiro, de 20 quilos, que teve pico de R$ 90 a R$ 120 na semana passada, era encontrado na faixa de R$ 50 a R$ 65 na manhã desta sexta.

Levantamento dos preços feito hoje mostra que dos 40 produtos disponíveis na unidade local, 25 mantiveram seus preços em relação à cotação do último dia 21. Outros nove tiveram redução e apenas seis subiram. A maior alta foi do brócolis, de 33%, já que era encontrado por valores como R$ 1,80 o quilo e passou a R$ 2,40. “Os consumidores também não estão comprando o que está caro, por isso os preços se mantiveram”, disse.

Segundo Fontana, o que vai levar mais alguns dias para se normalizar é o estoque de frutas como maçã e pêra. Entretanto, como a entrega já começou a ocorrer, deve ser algo rápido.

Para o economista Edgar Sbroggio, a alta de preços em grande parte dos produtos, não apenas em hortifrútis, mas suínos, aves e outros itens no Brasil todo, certamente trará uma alteração nos índices de inflação, que serão diferentes para cada região. “As áreas de maior concentração popular, que dependem de maior quantidade e maiores distâncias para serem abastecidas, certamente sofrerão pressão inflacionária maior”, afirmou.

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