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15/06/2018 - 00h30min

AÇÃO

Defesa Civil lança ofensivas contra risco de queimadas

Preocupação principal é com estiagem, que este ano chegou mais cedo

Mara Sousa 14/6/2018 Frasco que será distribuído pela Guarda Municipal incentiva os motoristas a não jogar bituca pela janela do carro
Frasco que será distribuído pela Guarda Municipal incentiva os motoristas a não jogar bituca pela janela do carro

A Defesa Civil de Rio Preto está lançando ofensivas para prevenir o risco de queimadas devido à estiagem, que neste ano chegou mais cedo. Uma das ações consiste na distribuição de 1,5 mil frascos de plásticos para os motoristas colocarem as bitucas de cigarros, para evitar que elas sejam jogadas pelas janelas dos carros e iniciem incêndios em terrenos com mato seco.

As medidas foram formalizadas em reunião realizada nesta quinta-feira, 14, pelo Comitê Gestor de Prevenção e Combate às queimadas.

De acordo com a Defesa Civil, as bitucas de cigarros são causadoras da maioria dos incêndios em trechos de matas, nas zonas rural, urbana e nas margens das estradas da região de Rio Preto.

O coordenador municipal da Defesa Civil, coronel Carlos Lamin, afirma que a equipe está muito preocupada com o risco de aumento de queimadas porque este ano o período de estiagem foi antecipado de julho para maio. "Pelo levantamento que fizemos, choveu apenas 51% da média histórica deste semestre", diz.

Outra medida preventiva será adotada pela Secretaria de Serviços Gerais, que vai multar os donos de terrenos que não providenciarem a limpeza periódica e retirada de vegetação seca.

"A Prefeitura vai fazer a limpeza depois mandar a conta para o proprietário. Os fiscais de postura estão nas ruas atentos para identificação dos terrenos com risco de incêndio", diz o coronel.

Por outro lado, a Secretaria de Meio Ambiente vai notificar os donos de terrenos onde ocorreram queimadas a adotarem medidas preventivas para evitar novos focos de incêndio.

Áreas limpas

Para atenuar o risco de queimadas em terrenos, a Prefeitura vem promovendo limpezas sistemáticas de áreas transformadas em lixões. Uma delas, no Nova Esperança, zona norte, recebeu, nesta quinta-feira, 14, pela quarta vez, o faxinão do poder público. Agentes recolheram 110 toneladas de lixo e fixaram novas placas avisando sobre o crime do descarte irregular.

Nos últimos seis meses já foram R$ 7 milhões gastos com o serviço na cidade. Descarte irregular é crime e pode ser denunciado. "Esse valor daria para construir 2 creches ou 3 unidades básicas de saúde. Daria ainda para construir e reformar mais de 70 km de calçadas", afirmou o secretário de Serviços Gerais, Ulisses Ramalho.

As denúncias podem ser feitas ao número telefônico 153, da Guarda Civil.

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